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quinta-feira, 30 de novembro de 2017
Cônsul-geral adjunto do Japão no Rio visita quadra da Portela
A quadra da Portela recebeu dois visitantes ilustres na noite desta
quarta-feira (29): o cônsul-geral adjunto do Japão no Rio, Ken Kondo, e o
multi-instrumentista Otomo Yoshihide. Recepcionados pelo presidente
Luis Carlos Magalhães, o diplomata e o músico prestigiaram o ensaio de
comunidade e conheceram as instalações do Portelão.
Bastante impressionados com a empolgação dos componentes, eles fizeram questão de descer do camarote para conferir a apresentação dos ritmistas da Tabajara do Samba. Após serem presenteados com chapéus personalizados, os japoneses beijaram o pavilhão da campeã e tiraram muitas fotos. Ken Kondo, que já desfilou pela Portela em 1999, e Yoshihide ainda arriscaram alguns passos de samba ao verem o desempenho da premiada ala de passistas da azul e branco.
A comitiva também visitou o Departamento Cultural, onde está em cartaz a exposição "Vilma Nascimento - O Mito", e recebeu informações sobre a lendária ex-porta-bandeira e a história da agremiação. O diplomata e multi-instrumentista conheceram, ainda, o consultório dentário da escola. O grupo foi acompanhado por Serginho Procópio, ex-presidente da azul e branco e cavaquinista da Velha Guarda, que esteve recentemente no Japão fazendo shows.
"Espero poder voltar outras vezes. É tudo muito impressionante", disse Otomo Yoshihide, que também é um renomado autor de trilhas para cinema, além de ser reconhecido por desenvolver um trabalho social com crianças no Japão. O cônsul-geral adjunto Ken Kondo agradeceu a hospitalidade e fez questão de elogiar a escola: "Obrigado pela calorosa recepção. Já desfilei uma vez na escola e sei como é sentir a emoção do Carnaval. A Portela é especial."
Crédito da foto: Raphael Perucci / Divulgação
Legenda: Presidente Luis Carlos Magalhães entre o músico Otomo Yoshihide e o cônsul-geral adjunto Ken Kondo (de óculos). No canto esquerdo, sem chapéu, o tradutor da comitiva
Bastante impressionados com a empolgação dos componentes, eles fizeram questão de descer do camarote para conferir a apresentação dos ritmistas da Tabajara do Samba. Após serem presenteados com chapéus personalizados, os japoneses beijaram o pavilhão da campeã e tiraram muitas fotos. Ken Kondo, que já desfilou pela Portela em 1999, e Yoshihide ainda arriscaram alguns passos de samba ao verem o desempenho da premiada ala de passistas da azul e branco.
A comitiva também visitou o Departamento Cultural, onde está em cartaz a exposição "Vilma Nascimento - O Mito", e recebeu informações sobre a lendária ex-porta-bandeira e a história da agremiação. O diplomata e multi-instrumentista conheceram, ainda, o consultório dentário da escola. O grupo foi acompanhado por Serginho Procópio, ex-presidente da azul e branco e cavaquinista da Velha Guarda, que esteve recentemente no Japão fazendo shows.
"Espero poder voltar outras vezes. É tudo muito impressionante", disse Otomo Yoshihide, que também é um renomado autor de trilhas para cinema, além de ser reconhecido por desenvolver um trabalho social com crianças no Japão. O cônsul-geral adjunto Ken Kondo agradeceu a hospitalidade e fez questão de elogiar a escola: "Obrigado pela calorosa recepção. Já desfilei uma vez na escola e sei como é sentir a emoção do Carnaval. A Portela é especial."
Comitiva também contou a presença do multi-instrumentista Otomo Yoshihide
Crédito da foto: Raphael Perucci / Divulgação
Legenda: Presidente Luis Carlos Magalhães entre o músico Otomo Yoshihide e o cônsul-geral adjunto Ken Kondo (de óculos). No canto esquerdo, sem chapéu, o tradutor da comitiva
Fonte: www.gresportela.com.br
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
Barracões das 13 agremiações do Grupo Especial são liberados na Cidade do Samba
Por Redação SRzd
O sofrimento para os carnavalescos das escolas do Grupo Especial acabou. Depois de mais de um mês sem poder trabalhar, as 13 agremiações já estão com seus barracões liberados e podem retomar os preparativos para o Carnaval 2018. Nesta quarta-feira (29), o Ministério do Trabalho realizou vistoria nas escolas que restavam – Grande Rio, Portela, União da Ilha, São Clemente, Tuiuti, Tijuca e Império Serrano – e autorizou o funcionamento dos locais.
Algumas agremiações já haviam sido liberadas e vêm trabalhando a todo vapor. O Acadêmicos do Salgueiro foi a primeira. Logo depois, Vila Isabel, Mocidade, Beija-Flor, Mangueira e Imperatriz conseguiram o aval do Ministério.
ESCOLAS COMEMORAM VOLTA AOS TRABALHOS
Primeiro barracão a ser liberado, o Acadêmicos do Salgueiro corre contra o tempo para finalizar seu trabalho plástico até o início de fevereiro. A presidente Regina Celi afirmou que o ritmo segue frenético: “Não medimos esforços para atender a todas as exigências, conforme solicitado. Vamos fazer nosso Carnaval da melhor maneira possível, sem pensar no que passou. Temos pouco tempo e daremos nosso melhor, mais uma vez”.
Jorge Silveira, carnavalesco da São Clemente, retoma o trabalho de barracão nesta quarta (29) e promete muito empenho na busca do tempo perdido: “Estamos muito felizes com o retorno e agora é correr atrás do tempo perdido para fazer um grande Carnaval!”.
RELEMBRE A INTERDIÇÃO DA CIDADE DO SAMBA
No dia 19 de outubro, os barracões da Cidade do Samba foram interditados pelo Ministério do Trabalho, através do superintendente Cláudio Secchin. As escolas precisariam resolver pendências de estrutura e organização do serviço para voltarem a ter acesso ao espaço.
O carnavalesco da São Clemente, Jorge Silveira, deu detalhes das mudanças que precisariam ser feitas. O diretor de Carnaval Wagner Araújo, da Imperatriz Leopoldinense, afirmou que a parte burocrática estava toda nas mãos da Liesa. Já Vera Lúcia, presidente do Império Serrano, afirmou que sua escola não havia sido interditada.
Após o desenrolar do processo, a Cidade do Samba está liberada e segue os trabalhos rumo ao Carnaval 2018.
O sofrimento para os carnavalescos das escolas do Grupo Especial acabou. Depois de mais de um mês sem poder trabalhar, as 13 agremiações já estão com seus barracões liberados e podem retomar os preparativos para o Carnaval 2018. Nesta quarta-feira (29), o Ministério do Trabalho realizou vistoria nas escolas que restavam – Grande Rio, Portela, União da Ilha, São Clemente, Tuiuti, Tijuca e Império Serrano – e autorizou o funcionamento dos locais.
Algumas agremiações já haviam sido liberadas e vêm trabalhando a todo vapor. O Acadêmicos do Salgueiro foi a primeira. Logo depois, Vila Isabel, Mocidade, Beija-Flor, Mangueira e Imperatriz conseguiram o aval do Ministério.
ESCOLAS COMEMORAM VOLTA AOS TRABALHOS
Primeiro barracão a ser liberado, o Acadêmicos do Salgueiro corre contra o tempo para finalizar seu trabalho plástico até o início de fevereiro. A presidente Regina Celi afirmou que o ritmo segue frenético: “Não medimos esforços para atender a todas as exigências, conforme solicitado. Vamos fazer nosso Carnaval da melhor maneira possível, sem pensar no que passou. Temos pouco tempo e daremos nosso melhor, mais uma vez”.
Jorge Silveira, carnavalesco da São Clemente, retoma o trabalho de barracão nesta quarta (29) e promete muito empenho na busca do tempo perdido: “Estamos muito felizes com o retorno e agora é correr atrás do tempo perdido para fazer um grande Carnaval!”.
RELEMBRE A INTERDIÇÃO DA CIDADE DO SAMBA
No dia 19 de outubro, os barracões da Cidade do Samba foram interditados pelo Ministério do Trabalho, através do superintendente Cláudio Secchin. As escolas precisariam resolver pendências de estrutura e organização do serviço para voltarem a ter acesso ao espaço.
O carnavalesco da São Clemente, Jorge Silveira, deu detalhes das mudanças que precisariam ser feitas. O diretor de Carnaval Wagner Araújo, da Imperatriz Leopoldinense, afirmou que a parte burocrática estava toda nas mãos da Liesa. Já Vera Lúcia, presidente do Império Serrano, afirmou que sua escola não havia sido interditada.
Após o desenrolar do processo, a Cidade do Samba está liberada e segue os trabalhos rumo ao Carnaval 2018.
Fonte: www.srzd.com
Carnaval Rio 2018 tem o maior investimento privado da história
Por Fábio Silva
O Projeto Carnaval Rio 2018, promovido pela Riotur, bate recorde orçamentário, garantindo investimento privado total de R$ 35 milhões, oferecidos pela Uber e Dream Factory. Reduzido o investimento da Prefeitura do Rio, destinado prioritariamente para pastas como Saúde e Educação, o papel da Riotur nessa captação de patrocínios corrobora a intenção de tornar esses eventos autofinanciáveis, minimizando o impacto no orçamento público e atraindo capital particular para a realização do maior evento do Rio de Janeiro.
"Este resultado é motivo de muito orgulho para nós, especialmente porque é fruto de um trabalho árduo e conjunto entre as esferas do poder público e a iniciativa privada. Nossa missão de garantir que o espetáculo seja apresentado ao redor do mundo, diminuindo o investimento público e atraindo a atenção de patrocinadores para o potencial mercadológico da festa, está surtindo o efeito esperado. Mas não vamos parar aqui! Até o carnaval estarei buscando ainda mais investimentos para o que será o maior carnaval de todos os tempos", afirma Marcelo Alves, presidente da Riotur.
Este valor cobre os custos operacionais do Carnaval de Rua, desfiles dos Grupos de Acesso na Avenida Intendente Magalhães, Blocos de Embalo e Enredo, Palcos e Bailes Populares. O investimento será destinado a melhorias estruturais e de ordenamento, incluindo segurança, fiscalização, operação de trânsito, comunicação visual, postos médicos e banheiros químicos; além de cinco centros de videomonitoramento, instalados nas áreas de maior circulação.
Parte do valor arrecadado junto à iniciativa privada também comporá a subvenção dada às escolas do Grupo Especial, totalizando um investimento de R$ 19,5 milhões, somadas apenas as parcelas da Prefeitura do Rio e da Riotur. A Liesa, que reúne as 13 agremiações do Grupo Especial, receberá R$ 27,5 milhões no total, incluindo ainda R$ 8 milhões oferecidos pelo Ministério da Cultura, o que apresenta um acréscimo de R$ 3,5 milhões em comparação ao aporte dos anos anteriores.
O Projeto Carnaval Rio 2018, promovido pela Riotur, bate recorde orçamentário, garantindo investimento privado total de R$ 35 milhões, oferecidos pela Uber e Dream Factory. Reduzido o investimento da Prefeitura do Rio, destinado prioritariamente para pastas como Saúde e Educação, o papel da Riotur nessa captação de patrocínios corrobora a intenção de tornar esses eventos autofinanciáveis, minimizando o impacto no orçamento público e atraindo capital particular para a realização do maior evento do Rio de Janeiro.
"Este resultado é motivo de muito orgulho para nós, especialmente porque é fruto de um trabalho árduo e conjunto entre as esferas do poder público e a iniciativa privada. Nossa missão de garantir que o espetáculo seja apresentado ao redor do mundo, diminuindo o investimento público e atraindo a atenção de patrocinadores para o potencial mercadológico da festa, está surtindo o efeito esperado. Mas não vamos parar aqui! Até o carnaval estarei buscando ainda mais investimentos para o que será o maior carnaval de todos os tempos", afirma Marcelo Alves, presidente da Riotur.
Este valor cobre os custos operacionais do Carnaval de Rua, desfiles dos Grupos de Acesso na Avenida Intendente Magalhães, Blocos de Embalo e Enredo, Palcos e Bailes Populares. O investimento será destinado a melhorias estruturais e de ordenamento, incluindo segurança, fiscalização, operação de trânsito, comunicação visual, postos médicos e banheiros químicos; além de cinco centros de videomonitoramento, instalados nas áreas de maior circulação.
Parte do valor arrecadado junto à iniciativa privada também comporá a subvenção dada às escolas do Grupo Especial, totalizando um investimento de R$ 19,5 milhões, somadas apenas as parcelas da Prefeitura do Rio e da Riotur. A Liesa, que reúne as 13 agremiações do Grupo Especial, receberá R$ 27,5 milhões no total, incluindo ainda R$ 8 milhões oferecidos pelo Ministério da Cultura, o que apresenta um acréscimo de R$ 3,5 milhões em comparação ao aporte dos anos anteriores.
Fonte: www.galeriadosamba.com.br
Presidente da Riotur comemora R$ 35 milhões em investimento privado para o Carnaval 2018 na cidade
Por Redação Carnavalesco
Foi encerrado na segunda-feira o terceiro chamamento público do
Carnaval do Rio e a empresa Dream Factory retirou o caderno de encargo,
oferecendo R$ 24,8 milhões para o Projeto Carnaval para uma cota de
patrocínio. Trata-se de um contrato de três anos, totalizando cerca de
R$ 74,4 milhões, para os carnavais de 2018, 2019 e 2020. Com essa
terceira proposta, o investimento privado no Projeto Carnaval do Rio
2018 atingiu R$ 35 milhões, resultado muito comemorado pela Riotur.
– Temos que comemorar muito, nunca houve um aporte tão grande ao Carnaval do Rio. Esse foi o caminho que buscamos desde o início, reduzir cada vez mais o investimento do poder publico que precisa agora priorizar a Saúde e a Educação. Essa foi uma mensagem clara para o mercado entender a nova dinâmica, mostrando que em um futuro próximo esses eventos serão auto financiáveis! Vamos em frente! – declarou o presidente da Riotur, Marcelo Alves.
Foi encerrado na segunda-feira o terceiro chamamento público do
Carnaval do Rio e a empresa Dream Factory retirou o caderno de encargo,
oferecendo R$ 24,8 milhões para o Projeto Carnaval para uma cota de
patrocínio. Trata-se de um contrato de três anos, totalizando cerca de
R$ 74,4 milhões, para os carnavais de 2018, 2019 e 2020. Com essa
terceira proposta, o investimento privado no Projeto Carnaval do Rio
2018 atingiu R$ 35 milhões, resultado muito comemorado pela Riotur.– Temos que comemorar muito, nunca houve um aporte tão grande ao Carnaval do Rio. Esse foi o caminho que buscamos desde o início, reduzir cada vez mais o investimento do poder publico que precisa agora priorizar a Saúde e a Educação. Essa foi uma mensagem clara para o mercado entender a nova dinâmica, mostrando que em um futuro próximo esses eventos serão auto financiáveis! Vamos em frente! – declarou o presidente da Riotur, Marcelo Alves.
Fonte: www.carnavalesco.com.br
Prefeitura organiza desfile com todas baterias do Especial no início de janeiro em Copacabana
Por Redação Carnavalesco
A prefeitura do Rio de Janeiro, através de uma ação do calendário Rio de Janeiro a Janeiro, organiza para o primeiro sábado de 2018, ou seja, o dia 6 de janeiro, um grande desfile na Orla de Copacabana. O evento terá participação de todas 13 baterias das escolas de samba do Especial. A proposta é que aconteça uma união de ritmistas formando a maior bateria e que gere entrada no Guinness, o Livro dos Recordes.
O desfile será dividido em duas partes. Um grupo de escolas sairá no Posto 6 e o outro grupo sairá do Leme. Quando acontecer a união no palco montado para a festa de Réveillon, as baterias encontrarão a Orquestra Sinfônica Petrobras.
A prefeitura do Rio de Janeiro, através de uma ação do calendário Rio de Janeiro a Janeiro, organiza para o primeiro sábado de 2018, ou seja, o dia 6 de janeiro, um grande desfile na Orla de Copacabana. O evento terá participação de todas 13 baterias das escolas de samba do Especial. A proposta é que aconteça uma união de ritmistas formando a maior bateria e que gere entrada no Guinness, o Livro dos Recordes.
O desfile será dividido em duas partes. Um grupo de escolas sairá no Posto 6 e o outro grupo sairá do Leme. Quando acontecer a união no palco montado para a festa de Réveillon, as baterias encontrarão a Orquestra Sinfônica Petrobras.
Fonte: www.carnavalesco.com.br
Saiu a verba federal! Ministério da Cultura garante R$ 8 milhões às escolas do Especial
Por Redação
Crise nacional, barracões interditados e corte de verba da prefeitura em 50%. Os fatos que se conjugaram contra o Carnaval poderiam formar um cenário caótico. Mas parece que o jogo está virando. Com R$ 13 milhões a menos de subvenção municipal, já que o prefeito Marcelo Crivella resolveu cortar metade dos incentivos, o Governo Federal resolveu investir na festa e garantiu – o que já havia prometido anteriormente – R$ 8 milhões, nesta terça-feira, 28.
A verba vem de um patrocínio direto de R$ 7 milhões da Caixa Econômica Federal e mais R$ 1 milhão do Ministério da Cultura, através da Lei Rouanet.
Após o sinal verde do ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão, o presidente da República Michel Temer garantiu – em reunião com os dirigentes do Carnaval em Brasília ainda em julho – compensar a perda de verba na esfera do município. Cada escola leva R$ 615 mil desse montante.
Agora, caberá à Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro apresentar projetos de acordo com as exigências da Lei Rouanet. O dinheiro será liberado depois que os projetos das escolas forem aprovados. “O dinheiro chegará com boa antecedência”, afirmou o ministro, informa o G1.
Entenda a história:
Em junho deste ano, o prefeito Marcelo Crivella anunciou um corte de 50% da subvenção direcionada às escolas de samba. A decisão gerou desdobramentos: a primeira delas foi executada pela Liesa, que chegou a suspender os desfiles da Sapucaí do Grupo Especial.
Com a fogueira acesa, sambistas chegaram a sair às ruas para se manifestar contra a redução de verba. A partir daí, o prefeito recebeu os dirigentes e não arredou o pé, mantendo o valor de R$ 1 milhão para cada escola do Especial. Poucos dias depois, os presidentes das agremiações finalizaram as negociações e ficou estabelecido que o contrato dos anos anteriores seria mantido, só com a alteração, evidentemente, das datas e dos valores.
Outro acordo era de que o pagamento da subvenção seria feito em cinco parcelas. Quatro delas de R$ 225 mil e uma última de R$ 100 mil, com o primeiro pagamento previsto para o mês de julho. Até agora, dia 16 de setembro, nenhuma das duas primeiras partes foram quitadas.
Uma luz no fim do túnel surgiu com o apoio do Governo Federal, encabeçado pelo ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão, que encampou a luta das escolas e prometeu repôr a verba perdida. Os dirigentes foram a Brasília e voltaram pra casa com a promessa dos R$ 13 milhões – R$ 1 milhão pra cada. Ainda não há previsão de quando a grana vai chegar, mas o anúncio dos R$ 8 milhões pela Caixa já deu alento.
Crise nacional, barracões interditados e corte de verba da prefeitura em 50%. Os fatos que se conjugaram contra o Carnaval poderiam formar um cenário caótico. Mas parece que o jogo está virando. Com R$ 13 milhões a menos de subvenção municipal, já que o prefeito Marcelo Crivella resolveu cortar metade dos incentivos, o Governo Federal resolveu investir na festa e garantiu – o que já havia prometido anteriormente – R$ 8 milhões, nesta terça-feira, 28.
A verba vem de um patrocínio direto de R$ 7 milhões da Caixa Econômica Federal e mais R$ 1 milhão do Ministério da Cultura, através da Lei Rouanet.
Após o sinal verde do ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão, o presidente da República Michel Temer garantiu – em reunião com os dirigentes do Carnaval em Brasília ainda em julho – compensar a perda de verba na esfera do município. Cada escola leva R$ 615 mil desse montante.
Agora, caberá à Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro apresentar projetos de acordo com as exigências da Lei Rouanet. O dinheiro será liberado depois que os projetos das escolas forem aprovados. “O dinheiro chegará com boa antecedência”, afirmou o ministro, informa o G1.
Entenda a história:
Em junho deste ano, o prefeito Marcelo Crivella anunciou um corte de 50% da subvenção direcionada às escolas de samba. A decisão gerou desdobramentos: a primeira delas foi executada pela Liesa, que chegou a suspender os desfiles da Sapucaí do Grupo Especial.
Com a fogueira acesa, sambistas chegaram a sair às ruas para se manifestar contra a redução de verba. A partir daí, o prefeito recebeu os dirigentes e não arredou o pé, mantendo o valor de R$ 1 milhão para cada escola do Especial. Poucos dias depois, os presidentes das agremiações finalizaram as negociações e ficou estabelecido que o contrato dos anos anteriores seria mantido, só com a alteração, evidentemente, das datas e dos valores.
Outro acordo era de que o pagamento da subvenção seria feito em cinco parcelas. Quatro delas de R$ 225 mil e uma última de R$ 100 mil, com o primeiro pagamento previsto para o mês de julho. Até agora, dia 16 de setembro, nenhuma das duas primeiras partes foram quitadas.
Uma luz no fim do túnel surgiu com o apoio do Governo Federal, encabeçado pelo ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão, que encampou a luta das escolas e prometeu repôr a verba perdida. Os dirigentes foram a Brasília e voltaram pra casa com a promessa dos R$ 13 milhões – R$ 1 milhão pra cada. Ainda não há previsão de quando a grana vai chegar, mas o anúncio dos R$ 8 milhões pela Caixa já deu alento.
Fonte: www.sambarazzo.com.br
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