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quarta-feira, 19 de abril de 2017

Feijoada do Guerreiro, com Clareou, agita quadra da Portela no dia 23 de abril

Por GRES Portela


O feriado de São Jorge será com muita música e alegria na quadra da Portela, em Madureira, palco da Feijoada do Guerreiro, no próximo domingo (23), a partir das 13h. A diversão ficará a cargo do grupo Clareou, principal atração do evento.

Para iniciar a programação musical em grande estilo, quem sobe ao palco é o Samba Moscada. Formado por jovens, o grupo fará um passeio por clássicos do samba e do pagode, lembrando canções de Jorge Aragão, Dona Ivone Lara, Almir Guineto, Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho e muitos outros nomes.

Outra atração da festa será o RDN - Reis da Noite. Com um repertório formado por hits do samba e do pagode, a rapaziada promete, ainda, agitar o público com músicas autorais, como "Efeito do Amor" e "Hoje Eu Vou pro Samba", ambas estouradas nas rádios.

Considerado um dos principais grupos da atualidade, o Clareou fará uma apresentação especial no Portelão, com todos os sucessos da carreira e também novas composições. "Só Penso no Lar", "Valeu pra Aprender", "Já Virou Rotina", "Degradê" e "Incerteza" são alguns dos hits obrigatórios do repertório.

Bom demais, não é? Então convoque desde já os amigos e venha curtir o feriado em homenagem ao Santo Guerreiro na quadra da campeã do Carnaval 2017. A entrada custa R$ 15. O prato da feijoada sairá por R$ 25. A quadra da Portela fica na Rua Clara Nunes 81, em Madureira. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3256-9411.

Serviço:
Feijoada do Guerreiro
Atrações: Grupos Clareou e RDN. Abertura: Samba Moscada
Data: Domingo, dia 23 de abril
Horário: A partir das 13h
Loca: Quadra da Portela
Endereço: Rua Clara Nunes 81, Madureira
Ingresso: R$ 15
Camarote inferior (para 15 pessoas): R$ 500
Camarote superior (para 15 pessoas): R$ 600
Prato da feijoada: R$ 25
Classificação etária: 18 anos
Informações: (21) 3256-9411

Bilheteria da Portela: de seg a sex, de 9h às 17h


terça-feira, 18 de abril de 2017

Porque amar é fundamental


Vítimas de acidente no Carnaval processam a Unidos da Tijuca e a Liesa

Por Redação SRzd

Vítimas de acidente com o carro alegórico da escola de samba Unidos da Tijuca, cujo teto desabou no desfile no Carnaval carioca deste ano, entraram com três ações judiciais por danos morais e materiais contra a agremiação. Ao todo, 12 pessoas ficaram feridas, com o afundamento de parte de uma alegoria.

O juiz Rafael Cavalcanti Cruz, da 52ª Vara Cível do Rio, concedeu liminar em um dos casos que obriga a escola de samba a custear 20 sessões de fisioterapia para a bailarina Joana Araújo Martins, conforme prescrição médica, sob pena de multa diária de R$ 300 em caso de descumprimento. As outras duas ações foram distribuídas para a 9ª e 19ª varas cíveis do Rio.

“A verossimilhança consiste no fato de a autora ter desabado do carro alegórico da ré, sendo o fato notório, em que várias pessoas se machucaram e, no caso, a autora teve lesões no joelho e outras escoriações”, escreveu o magistrado na decisão. Ele acrescentou que a demora no atendimento pode ser de difícil reparação, sobretudo no caso da vítima, que é bailarina e depende do seu restabelecimento integral para voltar a trabalhar.

A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, Liesa, é ré em dois dos processos. A investigação da polícia concluiu que o desabamento foi causado por falha humana, já que apenas duas das quatro traves do elevador hidráulico que sustentava o terceiro andar do veículo foram acionadas.

A Liesa e a Unidos da Tijuca declararam que ainda não receberam as notificações da Justiça. A Unidos da Tijuca informou que prestou suporte a todos que se machucaram no acidente. As informações são da Agência Brasil.



segunda-feira, 17 de abril de 2017

Comunicado oficial do Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela

Por GRES Portela



O Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela, por sua diretoria, vem a público reafirmar seu inconformismo com a decisão da PLENÁRIA datada de 5 de abril último, uma vez que ali foi operada a substituição do rito administrativo estabelecido no regulamento para o carnaval de 2017, e também no Estatuto da LIESA, pela adoção de um critério decisório casuístico que transferira para a PLENÁRIA a função julgadora legitimamente atribuída com exclusividade ao corpo de jurados.

Considera que a referida PLENÁRIA foi inesperadamente investida de tais poderes, sem que tivesse sido previamente convocada para tal função, e, sobretudo, sem que nenhum dos representantes tivesse sequer previamente recebido informações mínimas necessárias ao exame detido do "parecer" que servira de base para que a LIESA, momentos antes, por seu presidente, indeferisse o recurso em pauta. Os membros da PLENÁRIA, uma vez revestidos de um poder decisório de que não dispunham juridicamente, emitiram uma sentença sumária, sem análise, sem estudo, sem aprofundamento de ato tão importante.

A Portela protesta contra a decisão final da LIESA valendo-se, exclusiva e surrealisticamente, do irretocável e indubitável PARECER exarado pela própria Diretoria Jurídica da Liga, e pelo renomado, consagrado e insuspeito jurista Sylvio Capanema, consultor da própria Liga, PARECER este ignorado pela PLENÁRIA que se auto-investiu de poder decisório, não previsto, para encontrar outro resultado diverso daquele saído dos envelopes, trazendo, segundo o próprio PARECER da entidade, insegurança jurídica para os próximos carnavais.

A escola, ao usar o próprio parecer da diretoria da Liga, não acrescenta nem retira um só dos aspectos formais, legais e regulamentares contidos naquela peça que, ao negar - como de fato negou! - provimento ao recurso, buscou salvaguardar a credibilidade dos desfiles, razão pela qual ratifica todas as advertências quanto ao futuro da festa.

Assim sendo, e por entender que o PARECER citado – aprovado, repita-se, pela Diretoria da Liga - será mais uma vez ignorado em recursos posteriores, a PORTELA considera que qualquer medida que venha a tomar em nada acrescentará para a reversão da decisão a ser recorrida, muito menos acrescentará a seu título conquistado pela forma regulamentar.

Da mesma forma, por não desejar que os atuais precedentes prevaleçam, ensejando enxurradas de medidas judiciais, e por considerar que a adoção de tais medidas atingirá ainda mais a credibilidade dos resultados, a Portela, ouvidos seus baluartes e segmentos, decide não buscar a solução da questão fora dos limites da entidade a que pertence, e da qual é uma das fundadoras, e por ser consciente de sua responsabilidade histórica no processo de desenvolvimento dos desfiles das escolas de samba, opta por não contribuir para que a mácula que recai sobre o desfile de 2017 torne-se ainda maior.

A Portela lamenta que seja necessário todo esse "imbróglio" envolvendo a alteração do resultado indicado pelos envelopes dos julgadores, para motivar a discussão sobre uma possível revisão nos critérios de julgamento e no investimento para a qualificação do corpo de jurados, questões que, a partir de agora, em face dos precedentes criados, precisam estar na pauta para o regulamento dos próximos carnavais.

A Portela entende que, acima de tudo, as regras e normas que regem o carnaval precisam ser pautadas pela impessoalidade, uma exigência que, por sinal, está muito além das necessidades do carnaval, sendo uma exigência da sociedade brasileira para todas as instituições que dela fazem parte.

Neste sentido, a Portela propõe que as RESPONSABILIDADES previstas nos futuros regulamentos, diante de novos prejuízos ou transtornos que por ventura venham a acontecer, sejam, de fato, assumidas pelas agremiações, sejam elas quais forem, cumprindo as normas previamente acordadas e, se for o caso, propondo alterações apenas para as regras que vão reger os anos seguintes.

A Portela tem total legitimidade para conjuntamente protagonizar a luta por transparência no carnaval, retomando o papel histórico que seus antepassados assumiram para transformar o desfile das escolas de samba no grande espetáculo que é hoje. 

Tem a certeza de que sua comunidade e sua torcida estarão ao seu lado, pois compartilham os mesmos ideais que fizeram da escola uma instituição forte e vencedora. Campeões que são pelo regulamento, pelas regras, sem qualquer suposição sobre notas e alheios à discussão sobre responsabilidades. 

A história será nosso recurso. A história se encarregará de explicar o carnaval de 2017.

Salve todos os componentes, a torcida e a comunidade de Oswaldo Cruz e Madureira, baluartes desta conquista que nada será capaz de apagar!

Salve a Portela! Salve a Mocidade! Salve todas as escolas de samba que cumprem seu papel de protagonistas da cultura popular brasileira!


Luis Carlos Magalhães
(Presidente da Portela)

Fábio Pavão 
(Presidente do Conselho Deliberativo da Portela)

Leovegildo de Oliveira Pinto
(Diretor jurídico da Portela)