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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

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Socorro! Escolas mirins fazem evento na Estácio pra desfile das crianças não ser cancelado

Por Ângelo Mathias
Se tá difícil para as escolas do Grupo Especial e da Série A do Rio – as protagonistas do Carnaval da Marquês de Sapucaí -, imagine a situação das agremiações de base da festa. A Associação das Escolas Mirins (AESM-RIO), por exemplo, tá com o pires na mão pra conseguir colocar o carnaval da criançada nas ruas.
A entidade vai promover no dia 27 de janeiro, um domingo, o evento “SOS Escolas de samba Mirins – Não deixe o samba morrer”. Trata-se de uma tentativa de arrecadar fundos para sanar as dificuldades financeiras que atravessam as 16 agremiações compostas exclusivamente por sambistas menores de idade. Ano passado, cada escola recebeu pouco mais de R$ 30 mil.
— A situação está caótica, as crianças ficam ansiosas querendo saber se vão desfilar — lamenta Gabriel Azevedo, presidente da Estrelinha da Mocidade.
A roda de samba beneficente acontecerá na quadra da Estácio de Sá e o valor arrecado (a entrada custa R$ 15 e dá direito à macarronada) será revertido para as escolas da turma de samba miudinho. Até o momento, nenhuma delas recebeu o repasse de verbas da Prefeitura do Rio e tampouco assinou o contrato que garantiria a subvenção pública.
— Não temos previsão de dinheiro. Possivelmente, isso pode estar acontecendo com a Liesb (a instituição responsável pelos desfiles das séries B, C, D e E da Intendente Magalhães, no Campinho, Zona Norte do Rio) e a Federação dos Blocos, porque normalmente quando a Riotur
chama pra assinar o contrato, vão os três órgãos juntos — informa a assessoria de imprensa da AESM-RIO.
Formação de base! Sambistas defendem relevância das escolas mirins
Para reforçar a importância de vivenciar os hábitos de bamba desde a infância, sambistas experientes conversaram com o Sambarazzo e relembraram como estrearam no universo do carnaval até chegar à fase adulta.
Orgulhosos do passado mirim, eles integram a corrente de solidariedade que tenta garantir que dias melhores batam à porta do grupo, composto por Mangueira do Amanhã, Corações Unidos do Ciep, Infantes do Lins, Filhos da Águia, Pimpolhos da Grande Rio, Ainda Existem Crianças de Vila Kennedy, Tijuquinha do Borel, Miúda da Cabuçu, Império do Futuro, Inocentes da Caprichosos, Estrelinha da Mocidade, Aprendizes do Salgueiro, Nova Geração do Estácio de Sá, Petizes da Penha, Golfinhos do Rio de Janeiro e Herdeiros da Vila.
Mestre-sala do Salgueiro começou em escola mirim: “Divisor de águas”
Responsável por defender o pavilhão da “Academia do Samba” há seis temporadas, o mestre-sala Sidclei Santos deu os primeiros passos na dança na Corações Unidos do Ciep. Em seguida, foi para a Herdeiros da Vila, fruto da Unidos de Vila Isabel.
— Foi um divisor de águas pra eu chegar até onde cheguei. Aprendia a tocar instrumentos, a dançar na comissão de frente… Isso tudo já na primeira mirim que frequentei. Depois, na Herdeiros, também passei por vários segmentos, até me identificar como mestre-sala — conta Sidclei, reforçando que as agremiações mirins devem continuar desfilando sem nenhum tipo de competição, apenas por diversão e aprendizado.
Porta-bandeira da Portela sai até hoje na escola mirim onde começou
Uma das maiores finalidades das escolas mirins é formar sambistas. É dali que brotam grandes talentos, que tempos depois se destacam nos principais grupos do Carnaval. A consagrada porta-bandeira da Portela, Lucinha Nobre, também começou a carreira nas categorias de base da festa.
— Aprendi a dançar em escola mirim, comecei em 1984, na Alegria da Passarela (atual Aprendizes do Salgueiro), e desfilei uma vez na Herdeiros da Vila. Na minha época, não tinha escolinha para mestre-sala e porta-bandeira, então a gente aprendia na mirim mesmo — conta Lucinha, que não virou as costas para o passado e até hoje desfila pela Aprendizes, na velha-guarda.
Substitutos de Marcão no Salgueiro estrearam na mirim da escola
Novos na função de mestres de bateria da “Furiosa”, do Salgueiro, Guilherme e Gustavo foram outros a passar pela escola mirim da vermelho e branco.
— Comecei aos 7 anos. Desfilei em ala, carro alegórico e cheguei na bateria com 12 anos. Depois disso, comecei a viver de música, dando aulas
de percussão, acompanhando artistas em shows, gravações… Devo tudo isso à escola Aprendizes do Salgueiro, me fez um apaixonado por percussão — pontua Guilherme.
Gustavo também carrega boas recordações da escola de crianças, onde orgulhosamente chegou a atuar como mestre e, atualmente, desfila como presidente da bateria:
— Nosso pai foi diretor da escola. Como ele era salgueirense ‘doente’, fomos criados ao lado da quadra e praticamente crescemos ali. Em 1999, entrei pra bateria do Aprendizes e fiquei viciado. Em 2003, virei diretor de bateria e, quatro anos depois, me tornei mestre. Aprendi muito sobre liderança, organização e como lidar com as pessoas. Nunca vou largar o Aprendizes.
Em 2013, Thatiane Carvalho participou do concurso “Intérprete do futuro”, do RJTV, e foi a grande campeã. Agora, integra o carro de som da Estácio de Sá.
— O concurso foi de extrema importância, não somente pela visibilidade que me proporcionou, mas por meio dele surgiu o convite para fazer parte do carro de som da Estácio. Competimos entre amigos, foi muito sadio e emocionante, um torcia pelo outro, não havia rivalidade — lembra Thatiane.
O desfile das escolas mirins está marcado para Terça-Feira de Carnaval, 5 de março, às 18h, na Marquês de Sapucaí. O público não paga ingresso para assistir à festa dos pequenos.
Roda de samba “SOS Escolas de Samba Mirins – Não deixe o samba morrer”Participações especiais: Gabrielzinho do Irajá, Dorina, Enzo Belmonte, Marquinhos Diniz, Wanderley Monteiro e intérpretes de escolas de samba do Grupo Especial e Série A
Data: 27 de janeiro de 2019 (domingo)
Horário: 13h
Entrada: R$ 15 (com direito a prato de macarronada)
Local: Quadra da Estácio de Sá – Avenida Salvador de Sá, 206 – Estácio
Informações: (21) 2504-2883



Apoio de luxo! Ilustres portelenses, os cantores Paulinho da Viola e Marisa Monte sempre fazem questão de prestigiar o desfile da Filhos da Águia – Foto: Paulo Portilho/Riotur

Carnaval 2019: Prefeitura distribui convites para o setor 13 do Sambódromo

Redação SRzd


A Prefeitura do Rio, através da Subsecretaria da Pessoa com Deficiência, em parceria com a RioTur, abre inscrições para entrega gratuita de convites destinados às pessoas com deficiência, para o Carnaval 2019. Serão distribuídos 300 convites, por dia de desfile, para a frisa do setor 13 do Sambódromo.

Esse ano as inscrições contam com uma novidade. Além de o público poder fazer a inscrição presencial, quem tiver interesse pode também fazer a inscrição online. Serão disponibilizados 150 convites para inscrição online e 150 para a presencial. Além disso, o convite será retirado no mesmo dia e horário da inscrição. Quem se inscreveu online, fará a retirada também nas mesmas datas.

As inscrições online começam no dia 21 e vão até o dia 25 de janeiro. As datas para a inscrição presencial e retirada dos convites acontecem no dia 11 e vão até o dia 20 de fevereiro no CIAD Mestre Candeia, localizado na Avenida Presidente Vargas, 1997 – 2º andar, sala 208, das 9h às 14h. Para realizar a inscrição é necessário apresentar o laudo médico e um documento de identificação com foto (no caso das inscrições online é necessário anexar a documentação solicitada no formulário de inscrição). Outra pessoa poderá fazer a inscrição, desde que apresente o laudo comprovando a deficiência e documento de identificação com foto da pessoa com deficiência que será inscrita, além do seu próprio documento de identificação. Portanto, o convite sairá no nome da pessoa com deficiência. Cada pessoa com deficiência tem direito a um acompanhante.

No dia do desfile, só será permitida entrada com convite e documento de identificação com foto da pessoa com deficiência. Crianças a partir de 07 anos só poderão entrar com o convite. Cadeirantes poderão escolher um dia do grupo de acesso e dois dias do grupo especial, incluindo o desfile das campeãs, para assistir. As demais deficiências poderão escolher um dia do grupo de acesso e um dia do grupo especial, incluindo o desfile das campeãs. Essa escolha deverá ser feita no ato de inscrição.

Grupo de Acesso:
Sexta-feira (01/03) – Unidos da Ponte, Alegria da Zona Sul, Acadêmicos da Rocinha, Acadêmicos de Santa Cruz, Unidos de Padre Miguel, Inocentes de Belford Roxo e Acadêmicos do Sossego.
Sábado (02/03) – Unidos de Bangu, Renascer de Jacarepaguá, Estácio de Sá, Unidos do Porto da Pedra, Império da Tijuca e Acadêmicos do Cubango.

Grupo Especial:
Domingo (03/03) – Império Serrano, Viradouro, Grande Rio, Salgueiro, Beija-flor, Imperatriz e Unidos da Tijuca.

Data para inscrições online: 21 a 25 de janeiro.
Data para inscrição presencial e retirada dos convites: 11 a 20 de fevereiro
Local: CIAD Mestre Candeia – Avenida Presidente Vargas, 1997 – 2° andar – sala 208.

Horário: 09h às 14h.


Fonte: www.srzd.com

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Carlos Reis: O fiel companheiro da águia da Portela

Por David Junior


A mais emblemática alegoria do Carnaval carioca tem um companheiro. A águia da Portela encanta os apaixonados pela folia, mas ano após ano atravessa a Avenida bem próximo a uma figura marcante na história recente da azul e branco: o primeiro destaque da escola, Carlos Reis. Foi assim nos últimos 24 desfiles e novamente acontecerá em 2019.

Carlos Reis sabe da importância do lugar que ocupa, mas destaca que isto não constitui um privilégio. “É uma responsabilidade imensa. Muita gente daria a vida para estar lá, ou muito dinheiro. Mas Carnaval para mim é muito sério. Já desfilei passando muito mal. Porém, continuei sorrindo.”

Até chegar a ser o principal destaque da escola e desfilar pertinho da águia, Carlos Reis cruzou a Sapucaí em ala e em outros carros alegóricos da Portela. No entanto, foi no abre-alas da agremiação que se tornou um símbolo do Carnaval e acabou agraciado com a Medalha Tiradentes, honraria concedida pelo estado do Rio de Janeiro a quem presta serviços relevantes à sociedade. “Fiquei honrado. Foi uma homenagem bonita. Carnaval é cultura. É bom saber que sou amado e respeitado, inclusive por outros destaques.”

O encontro
O início no reinado de Momo foi também, para Carlos Reis, o começo de uma amizade que transcende a vida. “Levaram-me para conhecer uma verdadeira escola de samba no desfile da Portela, no Sábado das Campeãs, em 1983. Na concentração, vi Clara Nunes. Ela comandava tudo, veio ao meu encontro e me chamou para desfilar. Tive que prometer que no ano seguinte eu desfilaria. Fiquei apaixonado por ela.”

A primeira vez de Carlos Reis na Avenida, em 1984, porém, foi sem Clara Nunes. Ela falecera precocemente pouco depois do Carnaval anterior. Mas a morte da cantora não impediu o reencontro na Sapucaí. “Em todos os desfiles da Portela, sinto a presença dela, o Serginho Procópio (ex-presidente da escola e integrante da Velha Guarda) também. Este ano não será diferente.”

O enredo em homenagem a Clara Nunes, Na Madureira moderníssima, hei sempre de ouvir cantar uma sabiá, aumenta a expectativa de Carlos Reis. “Clara é minha madrinha espiritual. Minha fantasia chama-se Um ser de luz. Fico arrepiado. Será novamente feita por Edmilson Lima, que faz minhas roupas há 36 anos.”

Águia
Sobre a águia, sua fiel companheira de desfile, Carlos Reis deixa os portelenses na expectativa, com o coração batendo mais forte. Ele já conheceu o projeto e ficou encantado. “O trabalho da Rosa (Magalhães, carnavalesca) é de tirar o chapéu, como tudo que ela faz.”

Enquanto o Carnaval deste ano não chega, Carlos Reis lembra das fantasias preferidas entre as que vestiu na Avenida. “A que usei em 2015 é maravilhosa. Aliás, acho que a Águia Redentora, daquele ano, jamais deveria ter sido desmontada. Foi uma obra de arte incrível. Também gosto da fantasia de 2017, que espirrava água. Outra que está entre as preferidas é a de 1993, do enredo Cerimônia de Casamento. O nome era A Tentação. Era vermelha.”

Desfile
Em 2019, a Portela será a terceira escola a desfilar na segunda-feira de Carnaval, pelo Grupo Especial. A azul e branco levará para a Sapucaí o enredo Na Madureira moderníssima, hei sempre de ouvir cantar uma Sabiá, desenvolvido pela carnavalesca Rosa Magalhães. O tema vai homenagear a cantora Clara Nunes, um dos maiores ícones da história da agremiação.




Portela celebra São Sebastião com alvorada, missa e carreata neste domingo


A Portela preparou uma programação especial para celebrar São Sebastião, padroeiro do Rio, da bateria Tabajara do Samba e da agremiação, neste domingo (20), feriado na cidade.

As comemorações começam às 5h, com alvorada. Às 9h, haverá missa e, em seguida, uma grande carreata até a Paróquia São Sebastião, em Bento Ribeiro. No retorno à quadra, será servido o almoço. A entrada é franca.

O evento, que é organizado pelo Departamento Social e pelo baluarte Jeronymo, terá a participação de integrantes de todos os segmentos e departamentos da agremiação.

Vale lembrar que a Portela também celebra anualmente Nossa Senhora da Conceição, padroeira da escola. Nossa Senhora e São Sebastião estão no altar que fica na parte superior do palco do Portelão. Além disso, ambos batizam a capela localizada na entrada da quadra.
 
A Portela fica na Rua Clara Nunes 81, Madureira.
  
Confira a programação completa

5h– Alvorada

7h- Café da manhã

9h– Missa celebrada pelo padre João Paulo

11h- Carreata levando a imagem do Padroeiro do Portelão até a Paróquia São Sebastião, em Bento Ribeiro (Praça Manágua, 1)

13h– Almoço




Crédito da foto: Raphael Perucci
Legenda: Presidente Luis Carlos Magalhães durante a missa para o Padroeiro, em 2017


Componente de ala da Portela morre após sofrer acidente vascular encefálico


Será enterrado nesta quarta-feira (16), às 11h30, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, o corpo de Jorge Luiz Galdino da Silva, componente de ala da Portela. O velório será na capela 9, a partir das 7h. Ele morreu aos 52 anos, na madrugada desta terça-feira (15), no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, vítima de complicações ocasionadas por um acidente vascular encefálico (AVE).

Professor de História, o componente passou mal em casa, no último sábado (12). Em seguida, foi levado ao Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, onde estava internado até a noite de segunda-feira (14). Na madrugada de terça-feira, no entanto, ele precisou ser transferido para o Getúlio Vargas, onde morreu.

Jorge Luiz Galdino, que desfilava há seis anos na agremiação, sairia na ala 14 no próximo desfile. Ele deixa mãe, um irmão e uma sobrinha. "Meu tio amava a Portela e estava muito feliz com o enredo sobre Clara Nunes", contou a sobrinha do componente, Monique. 

O presidente Luis Carlos Magalhães e toda a diretoria da Portela lamentam profundamente o falecimento de Jorge Luiz Galdino e se solidarizam com seus familiares e amigos neste momento de luto e pesar.


Foto: Arquivo Pessoal
Legenda: Jorge Luiz Galdino durante o ensaio técnico que precedeu o último desfile

Passistas da Portela brilham no concurso Mulata Feras 2019


Beatriz Braga foi a grande vencedora; segundo e terceiro lugares também ficaram com alunas de Nilce Fran
  
Integrante da ala de passistas da Portela, a jovem Beatriz Braga, de 17 anos, foi a grande vencedora do concurso Mulata Feras 2019, promovido pelo site Feras do Carnaval. A final da disputa aconteceu na última sexta-feira (11), na quadra da Paraíso do Tuiuti, em São Cristóvão.

Thamires Mattos, carinhosamente conhecida como Thamirão, outra expoente da ala comandada por Nilce Fran, ficou com o segundo lugar. Amanda Gemaque, também da Portela, foi a terceira colocada.

O júri contou com a presença de personalidades como o coreógrafo Carlinhos de Jesus, o pesquisador musical Ricardo Cravo Albin e o empresário Maurício Mattos.

Em seu perfil no Facebook, Beatriz Braga comemorou a vitória. "É inenarrável o que estou sentindo. Fui campeã do concurso Mulata Feras 2019, o primeiro concurso que participei na vida. Confesso que ainda estou êxtase! Venho fazer um agradecimento a todos que torceram por mim, a minha família e aos meus amigos que me apoiaram desde o princípio. A minha amiga Thamires que foi incansável ao meu lado, a Lais Mattos e Nanda Coelho por confiarem em mim suas fantasias que abrilhantaram minha noite. Também agradeço a Nilce Fran por me ensinar tudo que eu sei sobre a dança do samba, e o meu muito obrigado a Rainha do Carnaval do Rio, rainha do carnaval 2018, pela atenção, confiança e conselhos a mim dados. E um agradecimento especial a minha mãe por sempre estar ao meu lado", escreveu a passista.

Nilce Fran, que também é membro da comissão de Harmonia da agremiação, festejou o sucesso das meninas. "Estou muito orgulhosa! É muito bom ver o talento de jovens passistas sendo reconhecido. Salve a ala de passistas da Portela."

O concurso foi idealizado por Cristiano Amendoim, responsável pelo site Feras do Carnaval.



Foto: Regina Castro
Legenda: Beatriz Braga foi a grande vencedora do concurso



segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Crivella deve se reunir essa semana com as escolas de samba do Grupo Especial para resolver subvenção

Redação Carnavalesco
A esperada reunião entre o prefeito Marcelo Crivella e as escolas de samba do Grupo Especial deve acontecer essa semana. Em entrevista ao jornal O Globo, o prefeito do Rio disse que “em 2017 foi considerado traidor, e que esse ano vai sair de herói”.
Crivella não quis falar de dará R$ 500 mil ou R$ 1 milhão para cada agremiação, mas frisou que o momento financeiro da Prefeitura do Rio é complicado e atacou a falta de compliance das escolas de samba, como no episódio da prisão do presidente Chiquinho da Mangueira, e que levou a saída da Uber como patrocinadora.
“Eles jogaram fora o patrocínio que eu consegui. Talvez eles pudessem fazer um enredo: aqui se faz aqui se paga. Nós ajudamos e eles desperdiçaram. Vamos nos reunir com eles para tratar como a prefeitura em um momento de extrema agonia poderá ajudar aqueles que uma vez ajudados jogaram fora a ajuda que receberam. Eu que na Sapucaí em 2017 fui considerado traidor, esse ano eu vou sair de herói”, disse o prefeito ao jornal O Globo.
Crivella falou que fez muito pelas escolas de samba no carnaval do ano passado.
“Chamei as escolas e disse: darei R$ 1 milhão e me comprometi a conseguir patrocínio. Viabilizei com a Uber, somando tudo, foram quase R$ 21 milhões”.

Fundo de Quintal e Leci Brandão vão animar a Feijoada do Padroeiro neste sábado, na Portela


A quadra da Portela será palco de um evento muito especial no próximo sábado (19), a partir das 14h. É a Feijoada do Padroeiro, que contará com shows do grupo Fundo de Quintal e da cantora Leci Brandão.

A programação do evento em homenagem ao padroeiro do Rio, da Portela e da bateria Tabajara do Samba será aberta pela ilustre mangueirense Leci Brandão, que promete levantar o público com um repertório que mistura romantismo e crítica social. "Zé do Caroço", "Isso É Fundo de Quintal", "Papai Vadiou", "Perdoa" e "Eu Só Quero Te Namorar" são algumas das músicas garantidas.

Com mais de 40 anos de carreira, o grupo Fundo de Quintal ocupará o palco na sequência, lembrando sucessos como "Lucidez", "A Amizade", "Só Pra Contrariar", "Vai Lá, Vai Lá", "Vou Festejar" e "O Show Tem que Continuar".

O ingresso de pista custa R$ 20. O prato de feijoada sairá por R$ 25. A quadra da Portela fica na Rua Clara Nunes 81, em Madureira. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3256-9411.
  
Serviço:
Feijoada do Padroeiro
Shows: Fundo de Quintal e Leci Brandão 
Data: Sábado, dia 19 de janeiro de 2019
Horário: A partir das 14h
Local: Quadra da Portela
Endereço: Rua Clara Nunes 81, Madureira
Ingresso de pista: R$ 20  
Mesas: ESGOTADAS! 
Camarote inferior (com 15 lugares): R$ 600
Camarote superior (com 15 lugares): R$ 800
Prato de feijoada: R$ 25
Classificação etária: 18 anos
Informações: (21) 3256-9411 
  
Vendas
Bilheteria da Portela, de segunda a sexta-feira, de 9h às 17h

www.guicheweb.com.br/ingressos/9984


OBS: A bilheteria e o bar da quadra aceitam cartões de débito e crédito


Foto: Wallace Mendonça / Divulgação



sábado, 12 de janeiro de 2019

Portela se despede de baluarte da Galeria da Velha Guarda e de torcedora apaixonada


Morreu, neste sábado, aos 90 anos, Marina de Araújo Silva, membro da Galeria da Velha Guarda da Portela. Internada desde o último dia 16 de dezembro, no Hospital Assim, no Méier, ela morreu em decorrência de complicações ocasionadas por uma pneumonia.

Desde 1962 na Portela, Dona Marina passou pela bateria e pela tradicional Ala dos Impossíveis, até ingressar na Galeria da Velha Guarda. Anos depois foi consagrada baluarte pelo segmento. No dia 20 de novembro de 2018, no Portelão, a veterana ainda participou da festa de aniversário de 50 anos de fundação da Galeria da Velha Guarda.

A sambista também era irmã de Mestre Bombeiro, presidente de honra da bateria e ex-diretor da Tabajara, e de José Vieira, ex-presidente da Velha Guarda. Por causa do parentesco com o então responsável pela Galeria, era conhecida entre seus pares como Marina Vieira.

Viúva, Dona Marina deixa uma filha, quatro netos e três bisnetos. Segundo a família, o enterro deverá ser realizado na manhã deste domingo, no Cemitério de Inhaúma, na Zona Norte. O horário, no entanto, ainda vai ser confirmado.

Portela se despede de torcedora apaixonada 

A Família Portelense também perdeu a torcedora e componente Telma Rodrigues Nunes. Aos 54 anos, ela faleceu nesta sexta-feira (11). O sepultamento será neste sábado (12), às 16h, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap. O velório ocorre na capela 2.

Funcionária do setor de enfermagem do Hospital Municipal Miguel Couto, Telma, que desfilava há muitos anos pela Portela, também era integrante da torcida organizada Nação Portelense e uma das fundadoras do bloco Embaixadores da Folia.

O presidente Luis Carlos Magalhães e toda a diretoria da Portela lamentam profundamente os dois falecimentos e se solidarizam com os familiares e amigos de Dona Marina e e Telma Nunes neste momento de dor.



Foto: Arquivo de Família
Legenda: Dona Marina, com o ex-presidente Marcos Falcon, durante cerimônia na Portelinha


sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Waldir 59


Waldir de Souza, conhecido no mundo do samba como Waldir 59, nasceu em Oswaldo Cruz, reduto do samba, no dia 03 de março de 1927, vindo a falecer aos 88 anos, na madrugada do dia 25 de novembro de 2015, na UPA do Engenho de Dentro, deixando 4 filhos, 8 netos e 1 bisneto, além da família Portelense. A criação do nome artístico se deu pela necessidade de diferenciar os três integrantes da ala dos compositores da Portela com o mesmo nome “Waldir”. Reza uma das lendas que o número 59 surge pela coincidência do número de sua residência, de seu telefone, da placa do carro e pelo número da matricula na Portela que era 59, logo ficou conhecido como Waldir 59, além de ele ter sido vencedor do samba-enredo de 1959.

Sua paixão pelo samba começou ainda criança, quando aos cerca de oitos anos de idade pisou pela primeira vez na Avenida pela Escola de Samba “Vai Como Pode”, que mais tarde passou a ser chamada G.R.E.S. Portela, que tinha a quadra como vizinha. Ele só não imaginava que seria parte da história da Azul e Branco e que isso lhe renderia inúmeros prêmios e reconhecimento.

O majestoso portelense foi um dos primeiros a frequentar as quadras do G.R.E.S. Portela. Compositor, Diretor de Harmonia, de 1973 até a década de 90, sendo reconhecido e premiado em 1990 com o “Troféu O Dia”, integrante da Velha-Guarda desde sua fundação no ano de 1970, passando pela Ala dos Passistas e eleito o homem mais elegante no concurso da Escola de Samba Portela.

Foi no período do serviço militar obrigatório que Waldir compôs um de seus primeiros sambas, porém o primeiro registro de suas obras só aconteceu aos 84 anos de idade. Ao sair do exército trabalhou como marceneiro na Ferrovia Central do Brasil e nas horas vagas se dedicava aos sons dos cavaquinhos, chocalhos, tantã, repique e pandeiro.

A década de 50 consagrou o compositor. Teve várias vitórias nas disputas de samba-enredo, com o parceiro Candeia, ganhou campeonatos, elevando o número de estrelas da Agremiação Azul e Branco de Oswaldo Cruz e Madureira, além de fundar, junto com Candeia, Humberto, Casquinha, Wanderlei, entre outros, a Ala dos Impossíveis, marco da primeira ala coreografada em Escola de Samba e trazendo mudanças significativas para a Agremiação. “Nós inventamos e modificamos muitas coisas na Portela, criamos o Samba-Enredo, fizemos Enredo. Minha História na Portela é muita linda” comenta o compositor. Em 1954, concorre na Portela com o samba-enredo "São Paulo Quatrocentão", mas não consegue êxito.  No ano seguinte, não só ganhou a disputa na quadra, com o samba-enredo “Festas juninas em fevereiro”, como também conseguiu o terceiro lugar do Grupo 1 na Avenida. A continuidade da parceria com Candeia em 1956, para o samba-enredo “Tesouros do Brasil, Riquezas do Brasil ou Gigante pela própria natureza”, alcançou o segundo lugar do Grupo 1. Apesar do nome, um pouco grande, o samba-enredo, logo após o desfile, transformou-se em um clássico do gênero, e ficou mais conhecido apenas como "Riquezas do meu Brasil", depois "Riquezas do Brasil" ou ainda "Riquezas do nosso Brasil". No mesmo ano compôs com seu parceiro o samba de terreiro "Vem amenizar". No ano de 1957, com os amigos Candeia e Picolino da Portela, compôs o samba-enredo "Legados de D. João VI", com o qual a Portela foi campeã. Neste mesmo ano a gravadora Sínter lançou o disco "A Vitoriosa Escola de Samba da Portela", trazendo três composições de Waldir 59, os sambas "Legados de D. João VI"; "Despertar de um gigante", do trio de amigos e compositores campeões do carnaval carioca,  e "Riquezas do Brasil", que foi editado no disco como "Brasil poderoso", aparecendo nesta última, estranhamente, o nome de Picolino da Portela como parceiro de Candeia e Waldir 59, tendo como intérprete As Pastoras da Portela.

Talvez o número da sorte de Waldir fosse mesmo o de 59, ano que conquistou o tetracampeonato na Portela com o samba-enredo "Brasil, panteão de glórias", junto de Casquinha, Candeia, Bubu e Picolino da Portela, com o qual a Agremiação bordou mais uma estrela no Pavilhão. O majestoso se consagra em 1965, após a quinta vitória como compositor, o que mais ganhou títulos consecutivos na Portela. O samba-enredo “História e tradições do Rio Quatrocentão” com Candeia em homenagem aos 400 anos da Cidade Maravilhosa alcançou 122 pontos, ficando a Escola apenas com a terceira colocação.

No ano de 1971, Waldir 59, em parceria com Ari Guarda, tiveram a canção “Lapa” interpretada pelo cantor Nadinho da Ilha , no LP “Quem samba fica” pela gravadora Odeon. Em 1974, no LP “História das Escolas de Samba – Portela", lançado pela gravadora Discos Marcus Pereira, foi incluído o samba-enredo "Brasil, panteão de glórias", de Waldir 59, Candeia, Casquinha e Bubu da Portela (não aparecendo nesta gravação o nome de Picolino da Portela), interpretada por Altair e Bubu da Portela. No ano de 1977, a composição “Riquezas do nosso Brasil”, de 1956, foi interpretada por Candeia, em seu LP “Luz da Inspiração”, pela gravadora WEA. No ano seguinte, o amigo e parceiro Candeia, no disco "Axé! Gente amiga do samba" incluiu "Vem amenizar a minha dor", outra parceria de ambos, desta vez com participações especiais de Dona Ivone Lara e Chico Santana.

No ano de 1980, o Samba-enredo de 1957 do G.R.E.S. Portela, “Legados de D. João VI”, foi regravado por Martinho da Vila, no LP "Samba Enredo", lançado pela gravadora RCA. Na década de 1980, Waldir 59 se afasta da Portela, por conta de problemas internos, e logo foi convidado a integrar a Ala de compositores da GRES Unidos da Tijuca, deixando lá sua marca, já que, no pouco tempo em que lá ficou, ganhou mais um troféu, o de Personalidade do Carnaval. Na Unidos da Tijuca, não aceitou escrever samba para disputar com a Portela. Logo voltou para a antiga escola, sendo convidado por Monarco a integrar a Velha Guarda Show, em 2013, para, segundo ele, reparar uma injustiça histórica da escola.

No ano de 1991, ganhou o prêmio "Estandarte de Ouro", do jornal O Globo, na categoria "Personalidade do Carnaval". No ano de 2002, Zeca Pagodinho, regravou “Riqueza do nosso Brasil”, no CD "Deixa a vida me levar", lançado pela Universal Music, com a participação especial da Velha-Guarda da Portela. Em 2008, foi lançado o filme "Eu sou Povo", com direção de Bruno Barcellar, Regina Rocha e Luís Fernando Couto, documentário sobre a vida e obra de Candeia, no qual Waldir 59, ao lado de Carlos Monte, João Batista M. Vargens, Teresa Cristina, Tantinho da Mangueira e Sergio Cabral, prestou homenagem ao amigo e parceiro. No ano seguinte, 2009, Waldir 59 foi entrevistado no documentário “O passo de Madureira” (CUFA), que fala do bairro do subúrbio carioca e conta a origem do nome artístico. Aos 82 anos, Waldir 59 convida Marquinhos PQD e Fernando Cabelo para comporem o Samba-Enredo “Rio, azul da cor do mar”, para a disputa do Carnaval de 2010, mas infelizmente não tiveram êxito.

Cristina Buarque e o Grupo Terreiro Grande, no CD "Terreiro Grande e Cristina Buarque cantam Candeia" de 2010, regravaram "Brasil, panteão de glórias", não aparecendo o nome de Picolino da Portela nesta gravação; e "Riquezas do Brasil". Neste mesmo ano, participou do show "Samba do Ouvidor visita as Escolas de Samba", no Teatro Rival Petrobras, Rio de Janeiro, ao lado do também convidado especial Ledi Goulart (puxador oficial da Escola de samba Aprendizes de Lucas e da Unidos de Lucas, ambas na década de 1960). Dois anos depois, em 2012 os cineastas Anita Ekman e Alberto Bellezia deram início às filmagens do documentário "Waldir 59", contando sua vida e obra. No ano seguinte, fez o show-palestra "Lapa em três tempos", acompanhado pela cantora Nina Wirtti, o bandolinista Luis Barcellos, o violonista Rafael Mallmith e o percussionista Sandro Carioca. Em2013, fez show solo no Cordão da Bola Preta, também na Lapa.

Pouco antes de seu falecimento, foi considerado o integrante mais antigo da Ala de Compositores da Portela. Concorreu pela última vez à escolha do samba-enredo da escola para desfile em 2016, cujo enredo era: "No voo da águia, uma viagem sem fim...", do carnavalesco Paulo Barros. Alguns versos deste samba sintetizam sua paixão pela escola:
Eu não sou daqui, eu não sou de lá
O meu destino... É Portela
Voando linda, leva meu coração
Águia guerreira... eterna paixão.
OBRAS
  • Brasil, panteão de glórias (com Candeia, Casquinha, Bubu da Portela e Picolino).
  • Data maravilhosa (com Casquinha e Candeia), inédita.
  • Despertar de um gigante (com Candeia e Picolino da Portela).
  • Festas juninas em fevereiro (com Candeia).
  • Histórias e tradições do Rio Quatrocentão (com Candeia).
  • Lamento de uma raça (com Candeia), inédita.
  • Lapa (com Ari Guarda).
  • Legados de D. João VI (com Candeia e Picolino da Portela).
  • Magna beleza (com Candeia).
  • Meu ser (com Candeia), inédita.
  • Não é bem assim (com Candeia), inédita.
  • O molho é samba.
  • Por que não vens? (com Candeia), inédita.
  • Rio, azul da cor do mar (com Marquinhos PQD e Fernando Cabelo), inédita.
  • Riquezas do Brasil (Brasil poderoso) (com Candeia).
  • São Paulo Quatrocentão.
  • Sem razão (com Candeia), inédita.
  • Seus lábios ardentes (com Candeia), inédita.
  • Vem amenizar a minha dor (com Candeia).

BIBLIOGRAFIA CRÍTICA
ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira. Rio de Janeiro: Edição Instituto Antônio Houaiss; Instituto Cultural Cravo Albin; Editora Paracatu, 2006.
AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2. ed. Esteio Editora, 2010; 3. ed. EAS Editora, 2014.
ARAÚJO, Hiram. Carnaval: seis milênios de história. Rio de Janeiro. Editora Gryphus, 2000.
VÍDEOS
DISCOGRAFIA

Pré-Carnaval 2019 no Botequim da Cidade do Samba começa dia 14 de janeiro com Diogo Nogueira


Da Redação

O cavaco começa a chorar no Botequim da Cidade do Samba a partir das 18h do dia 14 de janeiro, quando o samba de raíz ganha voz e convoca a todos para os eventos pré-carnavalescos realizados no espaço. O aquecimento já começa em clima de “pé na areia”, como o cantor e compositor carioca, Diogo Nogueira, que leva ao palco seu primeiro álbum com músicas autorais e inéditas, “Munduê”. Já O Grupo “Vem Pro Sereno” vai apresentar seu repertório de músicas autorais e relembrar clássicos de nomes como Candeias, Arlindo Cruz e Almir Guineto, entre outros bambas. Para o batuque ficar completo, também acontecem apresentações com Juninho Thybau, Quintal do Pagodinho, Marcelinho Moreira, Tinga e Grupo Pirraça. Fechando a noite, a Beija-Flor de Nilópolis – campeã do carnaval 2018 – faz uma participação especial no evento.

A tradicional roda de samba reunirá a nata do gênero toda segunda segunda-feira de cada mês, a partir das 18h. De fácil acesso por conta do VLT e das demais ofertas de transporte público, o local já virou point dos amantes do gênero musical e de turistas de diversas partes do país e do mundo. Os ingressos para pista custam R$ 15, enquanto nas mesas saem por R$ 50.

A classificação é livre. O endereço da Cidade do Samba é Rua Rivadávia Corrêa, s/nº - Gamboa.

Serviço
Botequim da Cidade do Samba primeira edição de janeiro
Atrações: Juninho Thybau, Quintal do Pagodinho, Marcelinho Moreira, Tinga e Grupo Pirraça
Local: Cidade do Samba (Rua Rivadávia Corrêa, s/nº - Gamboa)
Data: 14 de janeiro de 2019
Valor: R$15; mesas R$50
Classificação: livre
Horário: 18h às 23h