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sábado, 27 de maio de 2017

Leci Brandão será atração da Feijoada da Família Portelense de junho

Por GRES Portela

A cantora e compositora Leci Brandão será a convidada especial da edição de junho da Feijoada da Família Portelense, que acontecerá no próximo sábado (03), na quadra da maior campeã da história do Carnaval carioca. Além da presença da mangueirense, que será recebida pela Velha Guarda Show da Portela, o evento contará com a participação da bateria Tabajara do Samba e os demais segmentos da agremiação.
A programação será aberta pelos grupos Na Linha do Mar e Tempero Carioca, que fará uma homenagem especial ao compositor Wilson Moreira. Aos 80 anos, o autor de hinos como "Senhora Liberdade" e "Goiabada Cascão" promete marcar presença no Portelão.

Em seguida, a Velha Guarda Show, com Monarco, Tia Surica e outros bambas, sobe ao palco para lembrar clássicos como "Quantas Lágrimas", "Lenço", Corri Pra Ver", "Coração em Desalinho", "Vivo Isolado do Mundo" e "Foi um Rio que Passou em Minha Vida".

Muito querida na Portela, onde se apresentou pela última vez em janeiro deste ano, Leci Brandão fará um show completo, passeando pelos seus mais de 40 anos de carreira. Dona de um repertório que une romantismo e crítica social, a sambista não deixará de cantar hits como "Zé do Caroço", "Isso É Fundo de Quintal", "Papai Vadiou", "Perdoa", "Eu Só Quero Te Namorar" e muitos outros.

O encerramento vai ser com o elenco-show da Portela, reunindo ritmistas da Tabajara do Samba, o intérprete Gilsinho, passistas, baianas e o casal de mestre-sala e porta-bandeira Marlon Lamar e Lucinha Nobre. Quem for ao evento terá, ainda, a chance de adquirir na boutique da quadra diversos modelos de camisas comemorativas do título do Carnaval 2017, além de outros produtos exclusivos.

A entrada antecipada custa R$ 20 (primeiro lote). O prato de feijoada é R$ 25. Mesas com quatro lugares são vendidas por R$ 140 (já com quatro ingressos), enquanto o camarote para 15 pessoas sai por R$ 650 (inferior) ou R$ 800 (superior). A quadra da Portela fica na Rua Clara Nunes 81, em Madureira. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3256-9411.

Serviço:
Edição de junho da Feijoada da Família Portelense
Atrações: Velha Guarda da Portela e Leci Brandão (show completo)
Data: Sábado, dia 3 de junho
Horário: A partir das 13h
Local: Quadra da Portela
Endereço: Rua Clara Nunes 81, Madureira
Preço: R$ 20 (primeiro lote antecipado e limitado)
Prato da feijoada: R$ 25
Classificação etária: Livre
Informações: (21) 3256-9411
Bilheteria da Portela: de segunda a sexta, das 8h às 17h


OBS: Sócio-Torcedor do plano Majestade do Samba não paga entrada e ainda ganha o prato de feijoada. Associe-se em www.aguianocoracao.com.br e aproveite essa vantagem!

Foto: Ricardo Almeida / Divulgação

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Dia Nacional da Adoção

Porque amar é fundamental.

Definida ordem de desfile de Império Serrano, Tuiuti e Unidos da Tijuca

Por Redação

A plenária da Liesa – a liga que comanda o Grupo Especial do Rio de Janeiro – realizada nesta quarta-feira, 25, definiu que, como já é de costume, a escola campeã da Série A abre os desfiles de Domingo de Carnaval. A Paraíso do Tuiuti que foi a última colocada em 2017, mas que não foi rebaixada pela alteração do regulamento em virtude dos acidentes no Sambódromo, vai encerrar o dia de abertura do Grupo Especial.

A Unidos da Tijuca, 11° colocada na última temporada, abre os desfiles da Segunda-feira de festa.

Serão sete escolas desfilando no Domingo e seis na Segunda-feira.

O sorteio da ordem de desfile do Carnaval versão 2018 rola até a segunda quinzena de julho. A sorte será lançada para Portela, Mocidade, Salgueiro, Mangueira, Grande Rio, Beija-Flor, Imperatriz, União da Ilha, São Clemente e Vila Isabel.

No sorteio de julho poderá haver troca entre as escolas dentro do dia em que cada escola foi sorteada, como também já é de praxe.


domingo, 21 de maio de 2017

Alô criançada!!

Alô criançada!! Entre na aba da Portelamor Kids em nosso site e aproveite: quebra-cabeças, jogo da velha, tetris e outros.
O futuro começa agora!

 www.portelamor.com

Samir Trindade: ‘As alas de compositores estão morrendo’

Por Cristiane Lourenço

Em um bate-papo com o SRzd, Samir Trindade, um dos compositores mais premiados do Carnaval falou sobre o modelo de disputa de samba-enredo, futuro da ala dos compositores, Portela e expectativas para 2018. Confira!

Samir, quantos sambas você já fez profissionalmente?

De 2010 para cá, em torno de 25 a 30 sambas. Desde quando eu comecei, lá atrás, uns 50 sambas.

Qual samba seu não foi para a Avenida, mas você quando escuta pensa: este samba merecia ter passado pela Sapucaí?

Foram dois sambas do Império da Tijuca: 2014, o ano do Batuk, e 2015, o ano da Oxum. Até hoje, eu recebo mensagem nas redes sociais sobre estes dois sambas. Tem gente que diz que a minha linha melhor é a afro, o que foi provado na Portela e na Unidos de Padre Miguel, que não é verdade, eu consigo fazer outros tipos de samba também. Mas os dois sambas do Império da Tijuca marcaram bastante.

Quais os compositores você mais admira dentro do Carnaval?

Meu ídolo no samba é o Davi Corrêa. Se me perguntarem, qual o seu ídolo na Portela: Davi Corrêa. Tem também compositores da nova geração… E Martinho da Vila também. Davi Corrêa e Martinho da Vila. São os dois que eu sou muito fã. Da nova geração, tem o André Diniz, o Cláudio Russo, Diego Nicolau… Tem uma série de compositores… Gustavo Clarão. São excelentes compositores.

Em sua opinião, quais são os melhores sambas dos últimos tempos?

Os melhores dos últimos anos em minha opinião Beija Flor 2017, Vila 2012 e 2013.

E quanto aos sambas de sua autoria?

Dos que eu e meus parceiros fizemos e ganhamos, eu considero Portela 2016 e Império da Tijuca 2013 os melhores.

Hoje os modelos de disputa de samba-enredo têm sido criticados, alguns consideram que a fórmula está ultrapassada, que para colocar um samba em uma agremiação se gasta muito dinheiro. Como você vê essa questão?

Realmente o modelo de disputa está cansativo, está ultrapassado. O que deve ser feito é uma valorização maior da qualidade da obra. Eu acho que está tudo muito oneroso, tudo muito caro dentro da disputa de samba. O protagonista da disputa de samba deve ser o compositor, mas o compositor não é o protagonista dentro das disputa de samba. E eu sou super a favor de uma mudança neste modelo atual. Mas para que isso ocorra é preciso uma união dos compositores.

Outra preocupação dos sambistas são os jovens compositores, que muitas vezes não possuem recursos para investir em uma disputa…

A preocupação é muito grande. Mas eu não acho que seja uma exclusividade dos jovens compositores. Existem compositores com recursos e compositores sem recursos. A rapaziada nova chega ainda com maiores possibilidades de entrar dentro do processo do que o pessoal da antiga que não se adaptou ao processo. O cara quando é novo, chega, faz amizade, corre atrás. Pelo menos eu fui assim. É um pouco complicado isso, porque eu saí da periferia, da Baixada Fluminense, fui e corri atrás. O que as pessoas lembram de mim é hoje ter a estrutura, mas a minha história sempre foi de correr atrás. Então, quando o cara tem talento e é bom compositor, fatalmente ele não vai ficar no ostracismo, ele vai aparecer, ainda mais com o advento da internet. Hoje as pessoas reconhecem um bom samba. Em escolas como Mangueira, Salgueiro, Portela, Beija-Flor e Mocidade, enfim, em escolas grandes um bom samba não passa despercebido. A comunidade é apaixonada pela escola. Então, se o cara for bom, se tiver um talento, ele vai se destacar. Eu fico mais preocupado com quem não soube se adaptar a isso e já está aí há muito tempo.

Hoje para se colocar um samba em uma agremiação do Grupo Especial, pensando em todo o processo de disputa, da apresentação à final, qual seria o valor médio para se investir?

Depende da agremiação. Mas a média é de R$ 70 mil. Umas escolas são mais, outras menos. Mas em média são R$ 70 mil para se ganhar um samba.

Algumas agremiações têm optado por encomendar seus sambas. Qual a sua opinião a este respeito?

Cada agremiação faz o que considera melhor para si. Mas minha opinião é que a disputa é saudável, movimenta a agremiação; a disputa tem que existir. A ala de compositores é um alicerce de uma escola de samba. Houve, nos últimos anos, uma reversão: os compositores são desvalorizados. Os grandes fundadores das escolas de samba, das grandes escolas foram compositores. Cartola fundou a Mangueira, Paulo da Portela fundou a Portela, eram grandes compositores. O Zé Katimba fundou a Imperatriz. Com o passar dos anos, esse papel se inverteu com o carnavalesco. Não que o carnavalesco deva ser desmerecido, pelo contrário. O compositor precisa ter o seu valor dentro do Carnaval. O compositor é tão desvalorizado que hoje ele não tem credencial para assistir ao desfile de escola de samba. Ele fica de fora da festa, ele não tem credencial para estar ali junto, ele não tem acesso à Sapucaí. A gente vê hoje rainha de bateria com credencial. Hoje a rainha de bateria, com todo respeito às rainhas, é mais valorizada do que o compositor. E sem samba não tem espetáculo: mestre de bateria tem, diretor de Carnaval tem, rainha de bateria tem. O único que não tem credencial é o compositor. Nos ensaios técnicos e nos desfiles, não se fala o nome dos compositores. É como se não existíssemos.

Caminhamos para a extinção das alas de compositores?

As escolas entendem que o compositor é um prestador de serviço, uma figura terceirizada. Que faz o samba para a escola, tem um retorno financeiro e, após o Carnaval, o vínculo termina ali. O compositor é o corpo da escola, é alma da escola de samba, é a essência disso tudo. Estão colocando a figura do compositor à margem. Não existe escola de samba sem samba. É preciso que as agremiações movimentem o ano inteiro suas alas de compositores. Eu cheguei a comentar isso na Portela: a função de todo compositor após o título da Portela é fazer um samba em homenagem a isso. É falar sobre a escola, sobre seus baluartes, sobre sua história. Ter concurso de samba de roda, samba de terreiro, de samba exaltação. É isso que a ala tem que fazer. Mas, pelo contrário, na maioria dos casos, as pessoas preferem jogar um contra o outro em virtude de vaidade. Compositor é o segmento mais vaidoso do Carnaval. As alas de compositores estão morrendo, porque no meio de cem compositores, tirar três, quatro parcerias que fazem bons sambas é muito, a gente já diz que a safra é uma safra boa. A gente vê agremiações que, nos anos 90, escutando os sambas antigos, tinham dez, quinze sambas excelentes. Hoje a gente tem dois bons e um mediando, em um universo de quarenta sambas… É muito pouco. É muito complicado.

Você vê algum movimento dos compositores para buscar uma valorização do segmento?

Antes, os presidentes de ala de compositores eram representantes dos compositores perante a escola. Eles trabalhavam com ideias. Para você entrar em uma ala de compositores, tinha que fazer samba. Hoje, os presidentes de ala são representantes da escola perante os compositores. Eles chegam nas reuniões de compositores e falam: a gente se reuniu com o pessoal da escola e vai ser isso, isso e isso, tudo bem? Você não pode falar nada. Tem que dizer sim e amém. A verdade é essa. E os compositores de qualidade vão se afastando, porque ninguém aguenta isso. Só quem aguenta é quem quer desfilar na escola de qualquer jeito. Os bons compositores até vão para a disputa de samba, mas quando perdem a disputa, acabam perdendo o vínculo. Ninguém aguenta ficar sem falar nada. Geralmente, reunião de ala de compositores serve apenas para falar amenidades. Teve uma grande escola de samba – não foi a Portela – que na hora de entregar a roupa da ala compositores, o representante da escola falou: vocês não servem para nada. E todos ficaram quietos, ninguém falou nada, porque a grande maioria ali não é compositor, quer apenas ter o status de compositor. É uma vaidade enorme. As pessoas exaltam que estão na escola há tantos anos, que é filho de não sei quem, quem me trouxe foi fulano de tal. O principal não é o tempo em que você está na escola, é o que você pode somar. Realmente é muito complicado.

Você falou que é preciso união dentro do mundo do samba. Você considera os profissionais do Carnaval, em especial os compositores, desunidos?

Olha, em alguns segmentos sim. Acho que o segmento de compositores de samba-enredo é um dos mais vaidosos do Carnaval, um dos mais desunidos. Cada um visa seu próprio interesse. Quando em uma escola começa a disputa de samba, não é só a disputa de samba, eu particularmente já passei por fofoca, intriga, criação de fake na internet… Muito jogo sujo. As pessoas querem derrubar o outro para fazer prevalecer a sua obra. Quando os compositores atentarem que estão no mesmo barco, vão começar a evoluir. Quem tem que escolher o samba é a escola, os segmentos da escola. É uma competição sim, somos adversários, mas deveríamos ser todos amigos. Se tiver que trocar a ordem de apresentação com o outro devido a disponibilidade. Se tiver que deixar um samba entrar uma hora depois do prazo final de entrega, não vai mudar em nada a qualidade do seu samba, se tiver que ganhar, vai ganhar. Mas, infelizmente, o compositor leva tudo para o lado da rivalidade, se ele puder prejudicar o outro para o samba dele prevalecer, ele faz.

Nos últimos dias, muito se falou sobre o modo de como a mídia contribui na divulgação das obras. Em sua opinião, quais as contribuições que a imprensa especializada poderia oferecer dentro das disputas?

Sinceramente, eu acho que a imprensa faz o papel dela. A gente vê vídeos das eliminatórias, a gente vê as disputas de samba na internet. Claro que pode ter ocorrido um equívoco do site em questão; é uma questão muito polêmica de se abordar. Mas entendo que cada parceria é responsável por aquilo que realiza. Eles exporem o que seria fazer é muito mais digno do que, por exemplo, parceria que compra visualização no YouTube. Várias parcerias fazem isso. Ano passado teve uma parceria na Portela que passou de três mil acessos para cem mil acessos. Eu sei que foi comprado. É melhor as coisas às claras do que velado. A hipocrisia é a pior coisa que tem neste mundo do samba.

Samir, uma questão que entristeceu o mundo do samba foi a final da disputa da Portela para o Carnaval 2017. A escola estrava fragilizada por ter perdido tragicamente seu presidente e poucos dias depois ocorreu o episódio dentro da quadra. Hoje como você vê aquele fato?

Foi lamentável. Até hoje eu lamento. O período de disputa são três meses de pura adrenalina. A gente entende as pessoas que ficam inconformadas com a derrota, são pessoas que têm o espírito competitivo e eu também tenho. Mas o respeito tem que estar acima de tudo. O respeito à Portela tem que estar acima de tudo. Até hoje, nunca aconteceu uma retratação, um pedido de desculpas de quem promoveu aquele acontecimento lamentável, ficou como se nada tivesse acontecido. Cada um se isentou das responsabilidades e ficou por isso mesmo. A diretoria mexeu no bolso dos compositores, mas eles, como colegas, nunca falaram nada, não houve uma retratação, não houve nada disso. É muito triste isso, porque não respeitaram o chão da escola. Pessoas que foram criadas dentro da Portela, mas não conhecem as histórias daquele chão, aquele chão sagrado, dos fundamentos que Paulo da Portela pregou como fundamentos da escola e do mundo samba; foi muito triste mesmo. Não pudemos comemorar com nossa família, com nossos amigos e com nossos parceiros dentro da quadra da Portela. Eu espero sinceramente que, em 2018, este tipo de acontecimento não volte a ocorrer e que a disputa seja apenas de samba-enredo e que essas coisa menores fiquem de lado. Que as pessoas se conscientizem, que aprendam com seus erros e tentem melhorar.

Teremos suas obras em 2018 em quais agremiações?

Sobre o Carnaval 2018, certo mesmo é Portela, mas podem vir surpresas por aí. Vamos aguardar!


Fonte: www.srzd.com

terça-feira, 16 de maio de 2017

Portela homenageia Wilson Moreira em roda de samba e inaugura exposição neste sábado

Por Fábio Silva

Ainda em clima de comemoração por conta do título do Carnaval 2017, a Portela realiza neste sábado (20), a partir das 14h, a segunda edição do ano do projeto 'Portela de Asas Abertas', que homenageará o compositor Wilson Moreira. Além de uma grande roda acústica comandada pelo grupo Samba D'Aurora, o evento, que é uma iniciativa do departamento cultural da agremiação, contará com feira de empreendedoras e bate-papo com o escritor e historiador Luiz Antonio Simas.

Formado por dez integrantes, o Samba D'Aurora mostrará um repertório com muito samba de quadra, samba-enredo, partido-alto e jongos de autoria de Wilson Moreira, além dos sucessos "Goiabada Cascão", "Coisa da Antiga", "Judia de Mim", "Samba do Irajá", "Gostoso Veneno" e "Senhora Liberdade". Aos 80 anos, o compositor portelense (e maior parceiro musical de Nei Lopes) também vai participar da confraternização. A rica obra do bamba será, ainda, tema do encontro com Luiz Antonio Simas.

Exposição resgata importância da comida no samba

Outro momento especial da tarde será a inauguração da exposição "Os Sabores da Portela", que resgata as tradições das tias baianas e exalta seis personagens portelenses que que cultivaram iguarias que se tornaram verdadeiros patrimônios imateriais da cultura carioca. "Trata-se da quarta parte da homenagem que estamos fazendo ao centenário do samba. As três primeiras mostras abordaram a música, a indumentária e a dança", explica o diretor cultural da Pòrtela, Rogério Rodrigues.

"Desde sua origem, a criação musical e a comida estiveram juntas, fazendo circular saberes e arte", completa Maria Lucia Silva, integrante do departamento cultural e uma das responsáveis pela pesquisa e produção da mostra, que reverenciará a memória de nomes como Tia Vicentina (irmã de Natal da Portela), Tia Eunice (ex-pastora da Velha Guarda), Tia Surica (pastora da Velha Guarda), Dona Neném (viúva do compositor Manaceia) e outros.

Com imagens obtidas do acervo pessoal de Zilmar Mendonça, dos arquivos da escola e da Biblioteca Nacional, a exposição também tem curadoria de Walter Pereira. Sediada na sala do departamento cultural, ela estará aberta ao público sempre durante os eventos da agremiação. E ainda tem mais! Alguns dos mais famosos quitutes portelenses serão vendidos em barracas pelas pastoras Neide Santana, Áurea Maria e Jane Carla. Feijão amigo, sopa de ervilha, bolinho de feijoada, pastel de rabada e caldo de mocotó vão compor o cardápio oferecido.

Por fim, o 'Portela de Asas Abertas' promoverá o batizado do mais novo consulado da Portela, o do Vale do Café. Assim como as demais representações oficiais da Portela espalhadas pelo Brasil e pelo mundo, a do Vale do Café terá a missão de propagar os valores e a história da Portela nesta importante região do estado do Rio.

Como forma de ajudar a Associação Elas Existem - Mulheres Encarceradas, coletivo que atua em prol das detentas do sistema penitenciário do Rio de Janeiro, a Portela realizará novamente, durante o evento, uma campanha de arrecadação de absorventes, que serão doados para as presas. Desta forma, quem levar dois pacotes do produto não pagará entrada.

Serviço:
Portela de Asas Abertas
Roda de samba acústica com grupo Samba D'Aurora em homenagem a Wilson Moreira
Data: Sábado, dia 20 de março
Horário: A partir das 14h
Local: Quadra da Portela
Endereço: Rua Clara Nunes 81, Madureira
Ingresso: R$ 15
Mesa: R$ 10
Entrada franca para quem levar dois pacotes de absorventes
Almoço/petiscos: R$ 15
Classificação etária: livre
Informações: (21) 3256-9411

OBS: Sócios estatutários, sócios-torcedores não pagam entrada. Membros uniformizados das torcidas organizadas pagam R$ 5 pelo ingresso.


segunda-feira, 15 de maio de 2017

Show do Belo na Quadra da Majestade do Samba

LIERJ define ordem dos desfiles da Série A para o carnaval 2018. Confira!

Por Alexandre Alcântara


A noite foi de festa em Madureira. O Império Serrano agremiação campeã do último carnaval pelo grupo de acesso, abriu as portas da sua quadra na noite deste sábado (13), para receber o sorteio que definiu a ordem dos desfiles das escolas de samba da Série A para o carnaval 2018.

Organizado pela LIERJ o evento reuniu representantes das 13 agremiações filiadas à entidade. O Presidente da liga Déo Pessoa anunciou mudanças, entre elas o horário dos desfiles que acontecem nos dias 09 e 10 de fevereiro do próximo ano. Na sexta de carnaval a Unidos de Bangu iniciará as apresentações às 22h30, enquanto a Alegria da Zona Sul pisa no Sambódromo no sábado às 22h.

- Os desfiles devem terminar no mesmo horário, pois no último ano eram sete escolas e o espetáculo teve inicio as 22h. Este ano temos seis agremiações na sexta-feira onde justamente o desfile começa um pouco mais tarde a partir das 22:30h, comentou Déo.

Nos últimos anos a antecipação do sorteio tem se tornado uma marca na história da liga organizadora dos desfiles do acesso. Para Déo Pessoa um ponto fundamental na organização dos desfiles não só para a LIERJ, mas também para as agremiações que encontram tempo hábil para realizar seu planejamento visando o desfile do próximo ano.

- A antecipação é uma preocupação não só pela organização da liga, mas também com o planejamento da escola e do próprio público que pode planejar o dia que vai comprar seu ingresso conciliando também com as datas em que vão viajar, lembrou o presidente.

Sorteio

Todas as agremiações foram divididas em chaves, sendo uma delas tripla, formada pelas três primeiras colocadas no carnaval 2016 (Viradouro, Estácio de Sá, Unidos de Padre Miguel) onde uma escola foi sorteada para a sexta-feira (Estácio de Sá) e as outras duas (Viradouro e Unidos de Padre Miguel) para o sábado. A Viradouro participou normalmente do sorteio do dia, porém, conforme consta em regulamento a vice campeã do carnaval teve o direito de escolher a posição de desfile, optando por ser a terceira a desfilar no sábado, 09.

Veja as chaves do sorteio:

Sossego – Santa Cruz
Inocentes de Belford Roxo – Renascer de Jacarepaguá
Porto da Pedra – Cubango
Rocinha – Império da Tijuca
Viradouro – Estácio de Sá – Unidos de Padre Miguel

Confira o dia e a ordem dos desfiles das demais escolas:

Sexta -feira 09/02

1- Unidos de Bangu
2- Império da Tijuca
3- Acadêmicos do Sossego
4- Porto da Pedra
5- Renascer de Jacarepaguá
6- Estácio de Sá

Sábado 10/02

1- Alegria da Zona Sul
2- Acadêmicos de Santa Cruz
3- Viradouro
4- Acadêmicos da Rocinha
5- Acadêmicos do Cubango
6- Inocentes de Belford Roxo
7- Unidos de Padre Miguel


Novo Diretor de Operações da Riotur confirma intenção de intervenções no Sambódromo

Por Guilherme Ayupp

O presidente da Riotur Marcelo Alves declarou recentemente que intervenções no Sambódromo e em seu entorno são necessárias para tornar o equipamento mais confortável para desfilantes, escolas de samba e espectadores. Em entrevista concedida ao site CARNAVALESCO, o novo diretor de operações da Riotur Bruno Mattos reforçou a necessidade de obras no local sem no entanto detalhar o que, como e quando elas serão feitas.

– Eu acho que há um consenso entre todos que o nosso Sambodromo precisa de intervenções. Já são mais de 30 anos desde a inauguração e a única obra não foi necessariamente de melhoria, mas apenas de ampliação. Estamos em fase de estudos. É um equipamento fundamental na política de turismo na cidade do Rio de Janeiro. Precisamos torná-lo mais atraente. Algo será feito – garantiu Bruno Mattos.

O dirigente marcou presença na festa do sorteio da ordem de desfiles da Série A para o Carnaval 2018 na quadra do Imperio Serrano. Ao atender à reportagem do CARNAVALESCO, Mattos revelou que não há motivo para as escolas se preocuparem com a subvenção da Prefeitura do Rio de Janeiro para os desfiles do ano que vem.

– Em nossa política de turismo o carnaval é uma peça fundamental e estratégica para nós. A prefeitura não irá desamparar nenhuma escola. Não é nossa intenção deixar de contribuir para o engrandecimento do maior espetáculo da terra. Em breve elaboraremos um novo contrato para a liberação da verba para as escolas de samba cariocas – prometeu Bruno Mattos.


sábado, 13 de maio de 2017

Feliz dia das Mães

Mãe de barriga ou mãe de vida,
Mãe desde sempre ou escolhida...
Os tipos mudam, mas o amor não.


Porque amar é fundamental.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Especial sorteio da Série A: todas as campeãs da Lierj desfilaram no sábado de carnaval

Por Guilherme Ayupp

Desde a criação da Lierj no Carnaval 2013 já foram cinco desfiles. Império da Tijuca, Viradouro, Estácio de Sá, Paraíso do Tuiuti e Império Serrano alcançaram a glória do campeonato. E um fator une essas cinco conquistas. Todas foram campeãs desfilando no sábado de carnaval, na segunda noite da Série A. Até a criação da liga as agremiações do antigo Grupo de Acesso A desfilavam apenas no sábado, já que a sexta era destinada ao desfile mirim. Nesse sentido jamais uma escola conquistou o carnaval do acesso desfilando na sexta de carnaval.

Fatores que tornam a primeira noite de desfiles uma espécie de patinho feio principalmente para as agremiações favoritas. Apenas para ficar em casos recentes, em 2015 o Império Serrano foi a terceira de sexta e pegou a avenida ainda em choque depois de desastrosos desfiles de Unidos de Bangu e Em Cima da Hora. Terminou na 3ª colocação. Em 2017 foi a Unidos do Viradouro quem teve de carregar a cruz de ser a terceira de sexta e terminar com o vice-campeonato.

Tal qual ocorre no Grupo Especial, onde poucas vezes se viu uma campeã desfilando no domingo de carnaval, a sexta é um dia que as escolas buscam evitar. Primeiro campeão da Lierj em 2013, o presidente do Império da Tijuca, Tê não descarta um campeonato na primeira noite, mas explica que são muitas as vantagens de se desfilar na segunda noite.

– A diferença principal que eu considero é com relação à própria data. Por mais que o Rio seja a capital mundial do carnaval, a sexta-feira ainda é um dia útil. E mesmo hoje em dia o desfile se iniciando às 22h, a concentração das primeiras escolas é complicada por conta da distância para algumas delas. Eu não acho que isso seja determinante e quem quer ser campeão tem de estar pronto para os dois dias, mas que é uma situação complexa é – declara Tê em entrevista ao CARNAVALESCO.

Para o diretor de carnaval da Unidos do Viradouro, Dudu Falcão, outro aspecto que fazem com que as escolas tentem fugir da sexta-feira diz respeito à logística com as alegorias que no caso de se desfilar na primeira noite precisa haver a retirada na madrugada de quinta-feira.

– É complicado no aspecto logístico. Qualquer escola prefere o sábado se assim puder escolher. A retirada das alegorias é sempre um momento de tensão e na madrugada de quinta para sexta é sempre mais complicado que no dia seguinte. A região da rodoviária fica muito movimentada pelo fato de as pessoas estarem se preparando para viajar, além do fluxo de chegada. Compreendemos que o carnaval é comparativo e desta forma é mais vantajoso desfilar na segunda noite – considera.

A sorte será lançada na noite deste sábado na quadra do Império Serrano. Assim como nos anos anteriores, todas as agremiações foram divididas em chaves. Uma delas será tripla, formada pelas três primeiras colocadas que seguiram no grupo, onde uma escola será sorteada para a sexta-feira e as outras duas para o sábado. A vice-campeã, Viradouro, participará normalmente do sorteio do dia, porém, poderá escolher a posição de desfile.

Confira as chaves do sorteio:

Sossego – Santa Cruz
Inocentes de Belford Roxo – Renascer de Jacarepaguá
Porto da Pedra – Cubango
Rocinha – Império da Tijuca
Viradouro – Estácio de Sá – Unidos de Padre Miguel

Posições definidas por regulamento:

1ª de sexta-feira – Unidos de Bangu
1ª de sábado – Alegria da Zona Sul


Feira das Yabás retorna neste domingo com show de Leci Brandão em homenagem ao Dia das Mães

Por Fábio Silva

Depois de quatro meses parada, e completando seus nove anos de existência no mês maio, a Feira das Yabás retorna as suas atividades neste domingo(14), com show da cantora Leci Brandão, em homenagem ao Dia das Mães.

O evento acontece na Praça Paulo da Portela s/n, em Oswaldo Cruz, a partir das 13h. A festa começa cedo com a roda de samba do cantor Marquinhos de Oswaldo Cruz. A Feira das Yabás é o maior evento a céu aberto do Rio de Janeiro e é de graça.

A Feira das Yabás, tem patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura e realização da Merecita Produções. A Feira já teve a presença de grandes nomes da MPB, como Dona Ivone Lara, Leandro Sapucahy, Almir Guineto, Jongo da Serrinha, Guinga, Monarco entre outros.

Sobre o show de Leci Brandão.

O público pode esperar clássicos como Papai Vadiou, As coisas que mamãe me ensinou, Santas Almas Benditas e Fundo de Quintal e apresentar seu novo CD, "Simples Assim" que conta com algumas faixas inéditas e composições de autores como de Nilson Chaves, Joãozinho Gomes, Zé Maurício, Carlos Caetano, Pedrinho Sem Braço e Luiz Claudio Picolé.

Sobre Leci Brandão.

Nascida em Madureira, no Rio de Janeiro, Leci começou a trilhar carreira como cantora e compositora no final da década de 60. Uma das pioneiras do samba, quebrou muitos estigmas ao ser tornar a primeira mulher a fazer parte do time de compositores da Estação Primeira de Mangueira, em 1972.Considerada uma das principais intérpretes do país, Leci acumula 20 álbuns gravados.

Além de uma boa música, o público ainda pode aproveitar para experimentar a culinária típica dos subúrbios cariocas e pratos de origem africana nas 16 barracas que participam do evento sob o comando das matriarcas das famílias mais importantes e tradicionais da região de Oswaldo Cruz: uma grande cozinha a céu aberto. Entre as muitas opções estão o mocotó e o aipim com carne secada Tia Surica, baluarte da Velha Guarda da Portela. A refeição mais concorrida é a rabada com batata da Dona Neném, a mais velha das tias, com 87 anos, que também prepara rabada, angu e bolinho de abóbora recheado com carne-seca. Neide Santana serve feijoada de camarão, angu à baiana e feijão amigo. Já na barraca da Jane Carla é vendido cozido de peixe. A barraqueira Romana vai de carré com couve à mineira, jabá e caldinhos de mocotó, feijão e ervilha. Bobó de camarão é o prato da Jussara, e Selma Candeia, filha do sambista Candeia, oferece abóbora com carne seca. A combinação de peixe frito, molho de camarão, pirão e arroz fica sob a responsabilidade da Tia Nira. Já Tia Edith apresenta macarrão com carne assada, enquanto Vera Caju mostra o seu cozido, camarão frito e caldo de abóbora. Rose serve a deliciosa galinha com quiabo, e Jane Pereira mostra o jiló frito, além de caldos e canjas. Rosângela Maria leva a tripa lombeira e o bolinho de bacalhau para Feira, e Marlene apresenta roupa velha e feijoada. E se você ainda não estiver satisfeito, pode experimentar a vaca atolada, a carne com aipim e o bolinho da Tia Natércia e da Sueli. Para arrematar, a barraqueira Vera de Jesus prepara doces deliciosos.

Sobre a Feira das Yabás

A primeira edição da Feira das Yabás aconteceu em 2008, por iniciativa de Marquinhos de Oswaldo Cruz, que depois de recriar o Trem do Samba e a feijoada da Portela, resolveu cantar seus sambas na quadra da Portelinha, regado a macarrão com carne assada. Nascia, assim, a primeira edição da Feira, que hoje reúne milhares de visitantes de todas as regiões do Rio.

Serviço:
Feira das Yabás - Gastronomia e Roda de Samba
Marquinhos de Oswaldo Cruz recebe a cantora Leci Brandão
Quando: Domingo, 14 de Maio de 2017.
Aniversário de 9 anos.
Hora: a partir das 13h.
Local: Praça Paulo Portela, Oswaldo Cruz - Rio de Janeiro.
Evento gratuito
Classificação: Livre
Mais informações: 21- 97042-3110


terça-feira, 9 de maio de 2017

Bateria da Portela brilha em espetáculo sobre Clara Nunes

Por GRES Portela

A bateria Tabajara do Samba fez uma participação especial na reestreia de "Deixa Clarear - Peça Musical sobre Clara Nunes", na última sexta-feira (5), no Teatro João Caetano, no Centro. Convidados pela protagonista do espetáculo, Clara Santhana, os ritmistas da campeã de 2017 brilharam no encerramento da noite, feito ao som do clássico "Portela na Avenida". O evento, que foi prestigiado pelo presidente da Portela, Luis Carlos Magalhães, também contou com a presença no palco da atriz e cantora Soraya Ravenle.

Feliz com a reestreia, Clara Santhana fez questão de exaltar a presença da bateria. "Homenagear Clara Nunes é sempre uma emoção muito grande, mas dessa vez, com a participação mais que especial da bateria da Portela, o sentimento ficou ainda mais potente. A querida Portela, além de ser a escola campeã e de ter uma bateria impecável, era uma das grandes paixões de Clara Nunes. Foi uma honra gigantesca ter os ritmistas tocando conosco 'Portela na Avenida'. O público veio abaixo! Foi lindo demais."

Em cena, Clara Santhana fala sobre a saudosa cantora portelense e dá voz a sucessos inesquecíveis como "A Deusa dos Orixás" (Romildo Bastos e Toninho Nascimento, 1975), "Canto das Três Raças (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro, 1976), "Conto de Areia" (Romildo Bastos e Toninho Nascimento, 1974), "Morena de Angola" (Chico Buarque, 1980), "O Mar Serenou" (Candeia, 1975) e muitos outros.

Rodando o Brasil desde 2013, o espetáculo, que tem texto de Marcia Zanelatto e direção de Isaac Bernat, está de volta ao Rio para a temporada especial de lançamento do DVD. Distribuído pela gravadora Biscoito Fino, o produto estará à venda no hall do teatro.

Serviço:
'Deixa Clarear - Peça Musical sobre Clara Nunes'
Local: Teatro João Caetano (Praça Tiradentes, s/n, Centro)
Horários: Sextas e sábados, às 20h. Domingos, às 18h
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
Classificação: Livre
Informações: 2332-9257
Temporada: Até 28 de maio


segunda-feira, 8 de maio de 2017

Curso Técnico de Profissional de Carnaval realizado em parceria entre a Portela e o Centro Integrado de Estudos em Turismo começa dia 11

Por GRES Portela

O Departamento Cultural da Portela, via Instituto Portela Cultural, firmou com o Centro Integrado de Estudos em Turismo - CIETH um Termo de Cooperação Técnica e Acadêmica para oferecer o Curso Técnico de Profissional de Carnaval que tem início das aulas no próximo dia 11/5.

O Projeto Pedagógico do Curso tem como objetivo capacitar e qualificar profissionais para atuarem na cadeia artístico-produtiva do Carnaval e em diversas funções relacionadas ao seu universo, observando seu potencial empreendedor, inclusivo, cultural, histórico, geográfico e turístico.

Aos profissionais de turismo, o curso proporcionará conhecimento abrangente do universo carnavalesco e das escolas de samba, em particular, que será um diferencial em relação aos demais profissionais da área.

O curso terá duração de 9 meses e compreende seis módulos de disciplinas que ocorrem às quintas e sextas-feiras, das 18h30 às 21h. além de atividades de estágio realizadas em dias e horários alternativos ao das aulas.

Além do módulo introdutório que trata sobre turismo e eventos, as demais disciplinas discorrem sobre a cultura do carnaval, os fundamentos, práticas e papéis nas escolas de samba, a concepção do espetáculo e todo o processo de escolha de enredo e samba, a construção do espetáculo, com as atividades correlatas e a produção e realização do evento, que envolve desde a captação de patrocínio até o planejamento do desfile e o julgamento.

A parceria inclui a concessão de bolsas parciais, correspondentes a 30% do valor do curso, que serão destinadas à comunidade. Os primeiros candidatos que fizerem sua matrícula no CIETH levando autorização assinada pelo presidente da Portela (que deverá ser retirada na secretaria da Escola) terão direito à bolsa.

Curso Técnico: Profissional de Carnaval
Início: 11/05/17
Término provável: 02/02/18
Duração: 9 meses
Aulas: 5ªs e 6ªs
Horário: 18h30 às 21 h
OBS: Estágio em dias e horários alternativos

CIETH
Rua das Marrecas, 27 – sobrado – Centro – RJ
Tel. 22627477

GRES Portela
Rua Clara Nunes, 81 – Madureira – RJ
Tel. 32171604 


domingo, 7 de maio de 2017

Mesmo campeão, presidente da Portela demonstra preocupação; entenda

Por Redação SRzd

Atual campeã do Carnaval carioca, a Portela abriu as portas de sua quadra social no último sábado (6) para realizar mais uma edição da Feijoada da Família Portelense.

Casa cheia, animação do público, atrações musicais e a expectativa para o desfile do próximo ano foram os destaques do evento.

O fato de ter vencido o Carnaval de 2017 ao lado da Mocidade Independente de Padre Miguel não é sinônimo de tranquilidade para a azul e branca, segundo o presidente Luis Carlos Magalhães.

“Sobreviver no Carnaval sem ajuda é uma experiência quase torturante”, disse o dirigente ao SRzd.

Magalhães demonstrou preocupação com a situação financeira não apenas da Portela mas do Carnaval como um todo.

“A preocupação é financeira porque as notícias não são boas. Além do fato de agora serem 13 escolas, tem a dificuldade anunciada pelo Estado e Prefeitura. O Carnaval é absolutamente dependente de verbas oficiais”, explicou.

Em 2016, a Portela passou por dificuldades. Para superar as adversidades, o presidente pretende reduzir custos e aumentar a receita.

“Vamos ver com o ano avançando. Se as feijoadas aumentarão e se os ensaios terão um bom resultado. A ideia é gastar cada vez menos”, afirmou Magalhães.

Para alegria dos portelenses, feijoada foi um sucesso

O grupo Na Linha do Mar colocou todo mundo para dançar. Há cinco anos abrindo a feijoada, a cantora Ana Quintas não conteve a alegria ao ver a casa cheia.

“A cada subida no palco é uma emoção diferente”, declarou Ana.

Em seguida, o grupo Tempero Carioca fez a alegria do público e de tia Surica que tirava fotos com várias pessoas. Depois de falar com todos , tia Surica subiu ao palco para participar da apresentação da Velha Guarda da Portela.

Um dos pontos altos da feijoada foi a apresentação de Chacal do sax. Como o próprio nome sugere, Chacal deu um show tocando no seu instrumento músicas famosas, como “Trem das onze” e “Gostava tanto de você”.

A tão aguardada atração da festa, Mariene de Castro apresentou todos os seus sucessos, como “Amuleto de Sorte”, “Ponto de Nanã” e “Oxóssi”. Outra canção interpretada foi “Abre Caminho”, tudo o que os portelenses querem para o próximo Carnaval.


Fonte: www.srzd.com

Parabéns portelenses rubro-negros

Porque amar é fundamental.

Ídolo eterno!

Porque amar é fundamental.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Jorge Castanheira: ‘Temos que repensar o aspecto da segurança’

Por Daniela Lima Safadi

O presidente da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) Jorge Castanheira conversou com o site CARNAVALESCO, durante o velório da radialista Liza Carioca, vítima do acidente com o carro da Paraíso do Tuiuti, e que morreu na manhã de sábado, de infecção generalizada. O dirigente revelou que a Liga está conversando com os órgãos competentes para corrigir e adequar os carros alegóricos das agremiações para os desfiles do ano que vem.

– Já estamos trabalhando nisso, fizemos várias reuniões, já estive na sede do Inmetro, já estive com a diretoria do Crea-RJ (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro), estivemos juntos na Cidade do Samba reavaliando, pensando todo o formato em cada caso de alegoria, buscando conscientizar as escolas para necessidade de terem um cuidado maior ainda com todas as pessoas que estão em cima das alegorias ou então que estão ao lado da pista de desfile. Temos que repensar o aspecto da segurança, repensar o aspecto daquilo que não deu certo nesse carnaval – explicou.

O presidente da Liga demonstrou vontade de mudar para o Carnaval 2018 o que não deu certo.

– Em 33 anos de espetáculo promovidos através do apoio da Liga, tivemos poucas ocasiões de acidentes pontuais. Esse foi um acidente grave, tanto do Paraíso do Tuiuti, quanto da Unidos da Tijuca. A nossa intenção é avaliar aquilo que não deu certo, o que gerou aquilo tudo e o que efetivamente a gente precise corrigir e aprimorar para os outros anos.

Castanheira ressaltou o apoio do mundo do samba para Paulinho e Liza Carioca.

– A perda da Liza é irreparável pra gente. O Paulinho que é uma pessoa que está no carnaval esses anos todos com ela. Ele vai sentir muita falta dela, tanto quanto nós, na parte de cobertura dos nossos eventos. Todo esse projeto feito em conjunto dos profissionais do carnaval, a gente vê pelo número de amigos que estão aqui e que representam de toda maneira um esforço, uma dedicação dos profissionais de carnaval pelo evento. A diretoria da Liga está aqui justamente para dar apoio para família, mostrar também a importância desse segmento para o nosso espetáculo e o respeito as pessoas que nos ajudam a fazer o carnaval do Rio de Janeiro.

O presidente da Liesa disse que ainda não pode comentar sobre indenização ou seguro para vítimas dos acidentes.

– A Liesa tem dado todo apoio, a Tuiuti tem dado apoio, a Unidos da Tijuca tem apoiado todas as vítimas da Unidos da Tijuca. A gente vai fazer um esforço conjunto pra dar o devido respaldo e o devido apoio a família que permanece obviamente com todas as dificuldades inerentes a perda da Liza – disse.

Sobre mudanças e ideias da Riotur para o Carnaval 2018, Castanheira evitou opinar e comentou que prefere aguardar uma reunião com os setores da Prefeitura do Rio de Janeiro para ter conhecimento do que está sendo pensado em termos de infraestrutura para os desfiles do ano que vem.

– Prefiro não me antecipar porque não estive ainda com o presidente da Riotur e certamente quero ouvir todas opiniões dele e também dos órgãos de segurança e controle. Temos que avaliar as condições em que os acidentes ocorreram e tirar disso uma lição pra que não venha a se repetir.


Envolvidos em acidente com a Tuiuti podem pegar até dois anos de prisão

Por Redação SRzd

Sambistas de diferentes escolas de samba se reuniram na tarde desta segunda-feira (1) para se despedir da radialista Elizabeth Ferreira Joffe, de 55 anos, conhecida como Liza Carioca, que morreu no último sábado (29). O corpo de Liza foi velado e sepultado no cemitério São Francisco Xavier, na Zona Portuária do Rio.

Liza estava internada desde o dia do acidente com a alegoria da Paraíso do Tuiuti, que atropelou 20 pessoas durante o desfile do Carnaval 2017, na Sapucaí. Ela precisou realizar sete cirurgias e, nos últimos dias, teve anemia e infecção generalizada.

O presidente da Liga Independente das Escolas de Samba, Liesa, Jorge Castanheira, o diretor de Carnaval da Tuiuti, Leandro Azevedo, e representantes de diversas entidades e agremiações participaram do enterro.

A delegada titular da 6ª DP (Cidade Nova), Maria Aparecida Mallet, informou que os quatro indiciados por causa do acidente com o abre-alas da Paraíso do Tuiuti podem pegar de seis meses a dois anos de prisão e ainda perder a carteira de habilitação.

O diretor de Carnaval, Leandro Azevedo, o motorista Francisco de Assis Lopes, o engenheiro Edson Andrade e o diretor de alegoria, Jaime Benevides, irão responder por lesão corporal por atropelamento.

Para a delegada, Leandro Azevedo não forneceu guias externas, rádio transmissor e nenhum equipamento necessário para o condutor dirigir com segurança.

“Em decorrência da negligência e imperícia houve o acidente. Faltou cuidado, o que causou comoção social e vitimou dezenas de pessoas”, declarou Maria Aparecida ao jornal “O Dia”.

Ainda segundo ela, o motorista deveria ter informado o acoplamento que tirou sua visão ao entrar na Avenida, ou ter parado imediatamente de dirigir. De acordo com a delegada, o diretor de alegoria, Jaime Benevides, teria instigado o condutor a continuar mesmo sem visão.

Já o engenheiro Edson Andrade teria banalizado a segurança, segundo Maria Aparecida.

“Quando o carro foi planejado, foi executado sem considerar a visão do condutor. Ele banalizou a segurança”, afirmou.