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quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Candongueiro na Portela receberá Monarco, Mauro Diniz e Marquynhos Diniz no dia 22


Roda de samba vai encerrar 2018 em grande estilo 

Mestre Monarco, Mauro Diniz e Marquynhos Diniz serão as atrações da última edição de 2018 da roda de samba do Candongueiro, que agitará a quadra da Portela no dia 22 de dezembro (sábado), a partir das 14h. Mais uma vez, a maior campeã do carnaval carioca abrigará os músicos e frequentadores de um dos mais importantes redutos de samba do Brasil. É Niterói 'invadindo' Oswaldo Cruz e Madureira em grande estilo!

Presidente de honra da Portela e líder da Velha Guarda Show, Monarco vai relembrar clássicos como "Tudo Menos Amor", "Coração em Desalinho", "Passado de Glória" e outros sucessos. Aos 85 anos, ele também vai mostrar canções de seu último disco, o elogiado "Monarco de Todos os Tempos", lançado pela Biscoito Fino.

Filho mais velho do bamba, o consagrado compositor e músico Mauro Diniz vai cantar sucessos como "Tímida Tentação", "Minha Cigana" e "Meu Lugar (Madureira)", entre outros.

Marquynhos Diniz, caçula de Monarco, completa a lista de atrações. Fundador do eterno Trio Calafrio, o compositor vai desfilar pérolas como "Caviar", "Conflito" e "Dona Esponja", todas eternizadas na voz de Zeca Pagodinho.

O grupo responsável por comandar a festa contará com Wander Fontana (violão 7 cordas), Serginho Procópio (cavaco e voz), Daniel Scisimo (cavaco e voz), Alexandre Marmita (cavaco e voz), Iracema Montero (voz), Dinho (percussão), Ivan Mendes (clarineta, conga e percussão geral), Rafinha (tantan e percussão geral) e o anfitrião Hilton Mendes (pandeiro, tamborim e voz). 

O evento, que começará com o melhor do chorinho, não terá intervalos. Na ocasião, um delicioso cozido será vendido por R$ 25.

A roda do Candongueiro na Portela, que teve sua primeira edição em julho, é uma parceria entre a diretoria da escola e o casal Hilton Mendes e Hilda, fundadores da lendária roda que agitou Niterói durante quase 30 anos. 

Serviço:
Roda de samba do Candongueiro na Portela, com Monarco, Mauro Diniz e Marquinho Diniz
Data: Sábado, dia 22 de dezembro
Horário: A partir das 14h
Local: Quadra da Portela
Endereço: Rua Clara Nunes 81, Madureira

Ingresso: R$ 15 
Mesas grátis (por ordem de chegada)
Prato de cozido: R$ 25
Batata frita e porção de pastel. Cada petisco a R$ 15

Classificação: Livre
Informações: (21) 3256-9411 

Sócios estatuários não pagam
Sócios-torcedores dos planos Majestade e Águia Altaneira também não pagam



Foto: Leo Cordeiro
Legenda: Monarco é o presidente de honra da Portela



Ninguém solta a mão de ninguém! Carnavalescos se unem no combate à crise

Por Redação
Artistas responsáveis pelo espetáculo das escolas de samba da Série A do Carnaval carioca estiveram reunidos na noite desta terça, 11, no Baródromo, no Centro do Rio, para celebrar o fim do ano e, principalmente, tentar criar um sentimento de união capaz de ajudar o time de artistas a encarar a crise financeira que assola a festa. O encontro reuniu carnavalescos de 12 agremiações e foi liderado por Cahê Rodrigues, responsável pelo desfile da Acadêmicos de Santa Cruz.
“A classe carnavalesca sempre foi desunida”, destaca o carnavalesco Cahê Rodrigues
Sambarazzo acompanhou de perto todos os momentos da reunião, que teve até troca de presentes numa tradicional brincadeira de amigo-oculto, e conversou com os profissionais para entender quais as principais preocupações em relação a 2019. O grupo também dialogou para buscar uma maneira de, através da coletividade, conseguir mudar o cenário do chamado “maior espetáculo da Terra”.
— A classe carnavalesca sempre foi muito desunida e encontros como esse fazem falta. Costumo dizer que somos marionetes da festa e que guerrinhas bobas de ego e vaidade só nos atrapalham. A disputa precisa ficar restrita ao momento da festa. Se nós formos mais unidos, teremos como nos ajudar mais. Cada um percorreu um caminho diferente e tem uma experiência pra compartilhar — argumentou Cahê, que fez contato com os outros carnavalescos por telefone e via redes sociais, num processo que originou um grupo de WhatsApp intitulado “Guerreiros da Série A”.
Momento é de ajuda em meio ao perrengue
Com o barracão da Santa Cruz interditado desde agosto, Cahê está utilizando a experiência que acumulou nas passagens por Caprichosos de Pilares, Portela, Grande Rio e Imperatriz, entre outras escolas, para fazer com que o enredo em homenagem à atriz Ruth de Souza aconteça. Mesmo com as dificuldades, as fantasias estão em fase de reprodução de protótipos. As alegorias, porém, têm detalhes começando a ficar prontos sem estar integrados às estruturas dos carros.
— A dificuldade existe em qualquer grupo a partir de agora. Por isso, a ideia é aproximar aqueles que não tinham oportunidade de trocar experiências e de conversar. Na Série A, se eu tiver que ligar pra alguém e dizer que tô precisando de uma escultura, até em forma de jacaré que seja, tenho facilidade — afirmou o organizador do encontro, completando que a iniciativa dificilmente ganharia corpo se fosse referente à classe carnavalesca do Grupo Especial.
Cahê defende e espera que o clima harmonioso entre os carnavalescos sirva para fortalecer a classe de profissionais:
— Nós dependemos da festa e ela está num momento muito ruim. Se ela acaba amanhã,  estamos todos num péssimo momento. Precisamos nos unir, porque ninguém faz carnaval sem carnavalescos. A partir do momento em que nos colocamos numa posição de respeito, amanhã ou depois não ficamos tão prisioneiros das vaidades da festa. Ela precisa de dinheiro, de administração, mas também de artistas e das comunidades.
Situação está difícil para “prima rica” e para as nem tão ricas assim
O efeito cascata gerado pelo corte da subvenção das escolas da elite (ano passado, a prefeitura do Rio repassou 50% menos do que em 2016, e agora pretende quitar este novo valor reduzido à metade) não poupa ninguém. A Unidos de Padre Miguel, cujo desfile é assinado pelo carnavalesco João Vitor Araújo, costuma ser considerada a “prima rica” da Série A pelo espetáculo suntuoso que costuma apresentar e pelas posições que conquista na Quarta-feira de Cinzas. Mas parece que o jogo virou.
Segundo o próprio João Vitor, os ventos da crise também pairam sobre o bairro da Zona Oeste do Rio que dá nome à escola. No barracão da Unidos de Padre Miguel, os trabalhos andam de forma mais lenta do que em anos anteriores, deixando a homenagem ao dramaturgo Dias Gomes longe de ficar pronta.
— Nós (carnavalescos) não podemos nos culpar o tempo todo por todos os problemas. A gente faz o possível. Mas sem dinheiro e sem apoio da prefeitura… A gente precisa do mínimo. O apoio moral de todos os colegas ajuda. Faz perceber que sempre há um amigo na mesma que você — destacou João, que vai para o segundo ano à frente da vermelho e branco.
Nos bastidores da Alegria da Zona Sul, que vai contar a história da Umbanda na Sapucaí, a situação é muito mais complicada. Isso porque os carros alegóricos da agremiação foram despejados de um galpão na Zona Portuária do Rio poucos meses após o Carnaval de 2018 e, hoje, estão num terreno baldio na Avenida Brasil. Marco Antonio Falleiros, responsável por conduzir os trabalhos artísticos, tem buscado as próprias soluções:
— Estamos numa situação difícil. Estamos fazendo as fantasias e acho que nesse aspecto vamos vir bonitos. Mas não há como fazer sem barracão. Nunca tive um carnaval fácil, sempre teve alguma dificuldade. Este ano, tá mais acentuado.
Escambo! Falta daqui, mas sobra de lá: procura-se quem tope trocar
Após tentar – e não conseguir – patrocínio com empresas internacionais para o enredo sobre a fé a partir da imagem caribenha do Cristo Negro, a Estácio de Sá tem contado com a criatividade de artesãos para construir o espetáculo que pretende exibir no Sambódromo. O carnavalesco Tarcísio Zanon tem liderado a empreitada e acredita que a conexão com outros ocupantes do cargo de carnavalesco possa ajudar no processo.
— A gente precisa estreitar laços. O que serve pra um pode não servir pro outro, e a gente pode trocar peças e figurinhas. Passamos pelas mesmas dificuldades e temos a mesma profissão. O artista tem seu ego, mas quebrar essa barreira é extremamente importante pra festa — defendeu o artista, que se pudesse escolher gostaria de ter ganhado feltro laranja no amigo-oculto: o tecido está em falta no mercado e, por consequência, no barracão em que ele trabalha. Mas acabou levando pra casa o bom e velho chocolate.
Formando a dupla que comanda a preparação da Acadêmicos do Cubango, Gabriel Haddad e Leonardo Bora têm pelo menos 100 metros de feltro amarelo para trocar e ficaria feliz se alguém do grupo pudesse ceder o mesmo material na cor branca, também em falta nos estoques. O enredo deles aborda objetos utilizados em momentos de devoção.
— Não achamos em nenhuma loja do Rio! Seria muito bom se pudéssemos trocar (risos) — brincou Gabriel, que foi acompanhado pelo parceiro de trabalho: — A gente tenta sempre extrair disso (da crise) uma energia a mais pra dar vazão ao que a gente acredita como proposta de carnaval — completou Leonardo.
Veteranos têm mais otimismo: ‘Dinheiro? Nunca tivemos’
Conhecido por fazer muito com pouco, o carnavalesco Jorge Caribé, do Império da Tijuca, defendeu que os ânimos nos barracões fiquem mais tranquilos diante da ausência de grana. É que, para ele, dificilmente um desfile de escola de samba deixa de acontecer, mesmo que os obstáculos até a hora H sejam inúmeros.
— Dinheiro? Nunca tivemos na Série A. Então, não dá nem pra dizer que tá faltando. Dificilmente eu tive um Carnaval fácil. Fico tranquilo, porque sei que vai sair. Só vi uma escola não entrar na Avenida e foi a Mocidade Unida de Jacarepaguá (em 1996, hoje chamada de Mocidade Unida da Cidade de Deus). Foi realmente uma tragédia, mas passou. Vai dar tudo certo — relembrou Caribé, que se considera praticamente especializado em temáticas afro e está criando um desfile sobre o café no Vale do Paraíba, em São Paulo, sem deixar de fazer menção aos orixás, seus xodós.
No discurso que fez aos presentes, o experiente Jaime Cezário, da Porto da Pedra, fez coro à mensagem de esperança de Caribé e incentivou todos a continuarem focados nos dias de desfiles, que acontecerão no início de março.
— Vamos nos unir! Com todas as dificuldades, estaremos na Sexta e no Sábado de Carnaval fazendo grandes desfiles, com barracão ou sem barracão, com dinheiro ou sem dinheiro — pregou Jaime, que prepara uma homenagem ao ator Antônio Pitanga.
Ninguém solta a mão de ninguém! Encontro de carnavalescos da Série A contou com Raphael Torres (Renascer), Alex de Oliveira (Unidos de Bangu), João Vitor Araújo (Unidos de Padre Miguel), Gabriel Haddad e Leonardo Bora (Cubango), Cahê Rodrigues (Santa Cruz), Marcus Ferreira (Inocentes de Belford Roxo), Alexandre Rangel (Renascer de Jacarepaguá), Marco Antônio Falleiros (Alegria da Zona Sul), Jorge Caribé (Império da Tijuca), Jaime Cezário (Porto da Pedra), Guilherme Diniz (Unidos da Ponte), Leandro Valente (Acadêmicos do Sossego), Tarcísio Zanon (Estácio de Sá) e Rodrigo Marques (Unidos da Ponte). Júnior Pernambucano (Rocinha) teve um imprevisto e não compareceu, mas fez questão de manter contato com os colegas | Foto: Diego Mendes/Sambarazzo

Escola de mestres-salas e porta-bandeiras fará aulão com Lucinha Nobre


A escola de Mestres-Salas, Porta-Bandeiras e Porta-Estandartes Manoel Dionísio encerrará suas atividades do ano com um aulão no próximo sábado (15). A aula especial será ministrada por Lucinha Nobre, primeira porta-bandeira da Portela; e contará com o apoio de toda equipe de instrutores da escola azul e branca.

Após o período de férias, as aulas retornarão normalmente em janeiro de 2019. Mestre Manoel Dionísio e a equipe da escola garantem que há novidades para o próximo ano.
A escola de Mestres-Salas, Porta-Bandeiras e Porta-Estandartes Manoel Dionísio é situada no Centro Municipal Calouste Gulbenkian; na Rua Benedito Hipólito, 125, no centro da capital fluminense. Seu horário de funcionamento é de 14h às 18h.



Fonte: www.srzd.com

Portela e Clara Nunes vencem enquete de melhor enredo do Grupo Especial


Bicampeã. Após vencer a enquete de maior torcida entre os leitores do SRzd, a Portela volta a ganhar outra disputa. Dessa vez, a escola foi eleita pelos internautas como aquela que tem o melhor enredo do Grupo Especial para o Carnaval de 2019. Vitória também de Clara Nunes, homenageada pela azul e branca no ano que vem.

De autoria da carnavalesca Rosa Magalhães, “Na Madureira moderníssima, hei sempre de ouvir cantar uma Sabiá” é o título do tema preferido dos leitores do SRzdElogiado pelos comentaristas Rachel Valença, Hélio Rainha e Luiz Fernando Reis, o enredo da Portela conquistou 32% dos votos, o dobro da segunda colocada, Mangueira, com “História pra ninar gente grande”.

Em terceiro lugar, com 10% do total, ficou “Eu sou o tempo. Tempo é vida”, da Mocidade Independente. Completam o ‘desfile das campeãs’: “Xangô” do Salgueiro, com 8%; a peleja poética da Ilha, com 7%; e o pão da Tijuca, com 6% da preferência dos internautas.

Confira o resultado da enquete:




Fonte: www.srzd.com

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Portela vai receber Beija-Flor e Unidos da Ponte nesta sexta-feira

A Portela receberá integrantes da Beija-Flor de Nilópolis e da Unidos da Ponte (Série A) nesta sexta-feira (14), a partir das 22h, para uma noite de muito samba e alegria. Sob o comando do intérprete Gilsinho e da bateria Tabajara do Samba, a anfitriã fará um grande show de abertura com passistas, baianas, compositores, destaques, torcidas organizadas e a rainha Bianca Monteiro. Outros destaques serão os casais de mestre-sala e porta-bandeira da escola.

No repertório, terão lugar garantido sambas antológicos da Azul e Branco e o hino oficial do enredo "Na Madureira Moderníssima, Hei Sempre de Ouvir Cantar uma Sabiá." Em 2019, a Portela será a terceira escola a entrar na Avenida, na Segunda-feira de Carnaval, homenageando Clara Nunes (1942-1983).

Em seguida, a Beija-Flor tomará conta do palco do Portelão com seus segmentos e sambas antológicos, como "A Criação do Mundo na Tradição Nagô" (1978) e "Ratos e Urubus, Larguem Minha Fantasia" (1989). No próximo carnaval, a agremiação da Baixada cantará o enredo "Quem Não Viu, Vai Ver... As Fábulas de um Beija-Flor", uma homenagem aos 70 anos de fundação da escola.

De volta à Série A, a Unidos da Ponte também vai abrilhantar o evento com show de seus integrantes e grandes clássicos, como "E Eles Verão a Deus (1983) e "Oferendas", samba marcante de 1984 que será reeditado em 2019. 

Durante o ensaio, a Portela estará recebendo doações de alimentos não perecíveis para a campanha Natal Sem Fome, promovida pela ONG Ação da Cidadania em parceria com o Madureira Shopping. Os alimentos também podem ser entregues na quadra da Portela, de segunda a sexta-feira, de 9h às 17h. Outro ponto de coleta fica na loja de Natal do Madureira Shopping (Estrada do Portela, 222, primeiro piso).

A quadra da maior campeã do carnaval carioca fica na Rua Clara Nunes 81, em Madureira. O ingresso custa R$ 10. Mesas com quatro lugares saem por R$ 20. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 3256-9411.
  
Serviço:
Ensaio da Portela com Beija-Flor e Unidos da Ponte
Data: Sexta-feira, dia 14 de dezembro de 2018
Horário: a partir das 22h
Local: Quadra da Portela
Endereço: Rua Clara Nunes 81, Madureira
Ingresso: R$ 10
Mesa com quatro lugares: R$ 20 (não inclui a entrada)
Camarote inferior com 15 lugares: R$ 220 (entradas incluídas)
Camarote superior com 15 lugares: R$ 320 (entradas incluídas)

Classificação: 18 anos
Informações: (21) 3256-9411




Foto: Leo Cordeiro
Legenda: Bianca Monteiro é figura marcante nos ensaios da Portela


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segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

99 off! Após reunião com Riotur, app de transporte diz não ter planos para o Carnaval

Por Redação


A 99, gigante no mercado de aplicativo de transporte que era vista pela Empresa de Turismo do Rio de Janeiro (Riotur) como possível luz no fim do túnel para a crise econômica do Carnaval de 2019, enviou uma nota ao Sambarazzo na qual esclarece que patrocinar o espetáculo da Sapucaí não faz parte do planejamento para o ano que vem.
A notícia pode indicar uma tendência negativa no ingresso da 99 para o time de apoiadores das 14 escolas do Grupo Especial e chega no mesmo momento em que representantes estão reunidos na sede da Liga Independente das Escolas de Samba, no Centro do Rio, para tentar encontrar uma solução para o orçamento.

Os dirigentes esperavam da prefeitura R$ 1 milhão para cada agremiação e, na prática, devem receber apenas R$ 500 mil, conforme publicação no Diário Oficial na última quinta-feira, 6. Eles estudam algumas medidas em reunião que está sendo realizada na noite desta segunda-feira, 10, na Liesa.

Ideia era 99 substituir a Uber
A Uber, que ano passado apoiou a festa no Sambódromo e que já havia assinado contrato com a Riotur para manter e estender o patrocínio até os grupos de acesso para 2019, cancelou o contrato a poucos meses dos desfiles. A empresa justificou a saída do carnaval na prisão do deputado estadual Chiquinho da Mangueira, presidente da Estação Primeira de Mangueira, no início de novembro.

Apesar de informar que não pretende investir no Carnaval do Rio, a 99 acertou com a Riotur outras parcerias ao longo de 2018. Entre as iniciativas nas quais o app depositou recursos próprios está a Árvore do Rio, instalada na Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul da cidade, que agita o Natal dos cariocas. Lá, os pedalinhos são financiados pela frota de amarelinhos.

Leia a nota da 99 na íntegra!
“Houve uma reunião, na qual a Riotur informou que estava conversando com diversas empresas e que enviaria uma proposta para avaliação.
No entanto, o patrocínio não faz parte do planejamento da 99 para o ano de 2019. Vale lembrar que a empresa tem diversas ações no Rio, entre elas, por exemplo, a árvore da Lagoa.”


Quintal da Portela receberá Andreia Caffé nesta quinta-feira


Roda comandada por Serginho Procópio e Luciano Bom Cabelo vai agitar quadra da escola com o melhor do samba de raiz
  
A cantora Andreia Caffé será a convidada especial da roda Quintal da Portela, nesta quinta-feira (13), a partir das 19h, na quadra da agremiação, em Madureira. Serginho Procópio, diretor musical da escola e cavaquinista da Velha Guarda Show da Portela, e Luciano Bom Cabelo serão os anfitriões do evento, que terá, ainda, as presenças de Arifan, Paulo Henrique Mocidade, Fernando Procópio, Ju Procópio, Evandro Silva e outros nomes.

Afilhada artística de Alcione, Andreia Caffé promete agitar o público com muito partido-alto, além de sucessos imortalizados por Jovelinha Pérola Negra, Leci Brandão, Xande de Pilares e outros grandes nomes do samba.

O repertório da noite também vai homenagear Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Almir Guineto e outros bambas. Pérolas do baú portelense são outro destaque do roteiro.

Além de boa música, o público poderá conferir feirinha de artesanato e barracas de petiscos. Vale lembrar que o evento terá entrada franca até as 21h. Bom demais, não é? Então marque com os amigos e venha se divertir na Portela.
  
Serviço:
Roda de samba Quintal da Portela (última edição de 2018)
Convidada especial: Andreia Caffé
Data: Quinta-feira, 13 de dezembro
Horário: 19h
Local: Quadra da Portela
Endereço: Rua Clara Nunes 81, Madureira
Classificação: 18 anos
Informações: (21) 3256-9411  

Ingressos:
Entrada franca até 21h
Depois: R$ 10



Foto: Divulgação
Legenda: Andreia Caffé é uma das principais cantoras de samba da atualidade

Rosa Magalhães promove sessão de autógrafos de novo livro nesta terça-feira, na Cidade do Samba


A carnavalesca, cenógrafa, figurinista e diretora de arte Rosa Magalhães, um dos trunfos da Portela para o Carnaval 2019, vai promover uma sessão de autógrafos de seu novo livro, "E vai rolar a festa...", na Cidade do Samba, nesta terça-feira (11), às 19h.

A obra é um relato sobre sua experiência de criar e produzir a festa de encerramento da Olimpíada Rio 2016 e as cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Pan-Americanos do Rio, em 2007 - pelo qual ganhou o Emmy de Melhor Figurino - desde a seleção até o fim do espetáculo, com seus desafios e resultados. 

Desenhos, plantas, croquis, perspectivas e fotos de making off e dos espetáculos prontos ajudam a contar ao longo das 180 páginas um pouco dessa história que é também nossa, uma vez que o livro é um importante registro material de nossa cultura e do nosso processo criativo, tão celebrado mundo afora.

"Depois de ter feito a festa da abertura dos Jogos Pan-Americanos, fui arrumar o escritório e arquivar o material do projeto. Fui revendo as etapas, o trabalho que havia sido descartado, o que havia sido aproveitado, fotos, recortes de jornais... Era tanta coisa que fiz um projeto para um livro. Visitei alguns possíveis candidatos a patrocinadores, depois, sem nenhum resultado positivo, acabei guardando a maquete numa gaveta, e lá ficou esquecida por quase dez anos. Com a criação da festa de encerramento dos Jogos Olímpicos Rio 2016, acabei mexendo nos desenhos guardados e lá estava aquele protótipo de livro. Achei que poderia retomar o projeto já quase que esquecido. Foi quando surgiu um patrocínio, e aí esta o livro. Corta daqui, aumenta dali, e acredito que a leitura ficou agradável, os desenhos ilustram o texto, indo desde a ideia mais simples até a sua execução. Espero que os leitores gostem", diz Rosa, que será a responsável pelo desfile da Portela em 2019, quando a escola homenageará a cantora Clara Nunes. 

O primeiro lançamento aconteceu no tradicional restaurante La Fiorentina, no Leme, no último dia 27, com a presença do presidente da Portela, Luis Carlos Magalhães, do presidente da Liesa, Jorge Castanheira, e de diversas outras personalidades. O prefácio é de Paulo Costa, grande incentivador do livro, e doutorando em economia na Universidade de Harvard. O texto da contracapa é da escritora, museóloga e tradutora Maria Luiza Newlands.

Oito vezes campeã do carnaval carioca, a artista já atuou nas escolas de samba Beija-Flor, Império Serrano, Tradição, Salgueiro, Imperatriz Leopoldinense, União da Ilha, Vila Isabel, Mangueira e São Clemente.

Além das vitóras na Sapucaí e dos 12 Estandartes de Ouro (Jornal O Globo), seus principais prêmios são o Emmy de Melhor Figurino, pela abertura Jogos Pan-Americanos; dois prêmios MinC; prêmios Carlos Gomes; Ordem do Mérito Cultural; e Medalha de Prata, oferecida pelo governo da Áustria. 

Seus livros anteriores foram "Fazendo Carnaval" (Ed. Nova Aguilar) e "O inverso das origens", junto com Maria Luiza Newlands (Ed. Nova Terra).
  
Serviço:
Segundo lançamento do livro "E vai rolar a festa...", de Rosa Magalhães
(Editora Nova Terra, 180 páginas, R$ 40)
  
Local: Cidade do Samba
Endereço: Rua Rivadávia Correia 60, Gamboa, Zona Portuária. Entrada também pela Avenida Binário do Porto
Data: Terça-feira, dia 11 dezembro
Hora: 19h
Entrada franca
OBS: O lançamento será no quiosque da Amebras.


Foto: Diego Mendes
Legenda: Jorge Castanheira, presidente da Liesa, prestigiou Rosa Magalhães no lançamento que aconteceu no Leme, no último dia 27


sábado, 8 de dezembro de 2018

Rogai por nós!


Salve Nossa Senhora da Conceição!
Virgem Santíssima, que fostes concebida sem o pecado original e por isto merecestes o título de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, e por terdes evitado todos os outros pecados, o Anjo Gabriel vos saudou com as belas palavras: "Ave Maria, cheia de graça"; nós vos pedimos que nos alcanceis do vosso divino Filho o auxílio necessário para vencermos as tentações e evitarmos os pecados e já que vos chamamos de Mãe, atendei-nos com carinho maternal esta graça: (fazer o pedido); para que possamos viver como dignos filhos vossos. Nossa Senhora da Conceição, rogai por nós. Amém.


www.portelamor.com

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Escolas do Rio se reúnem na próxima segunda para debater verba da Prefeitura

Por Romulo Tesi


Dirigentes das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro vão se reunir na próxima segunda-feira, dia 10, na Liesa. A pauta do encontro é a verba da Prefeitura para as agremiações.

As escolas esperavam fechar 2018 com pelo menos R$ 500 mil repassados pela administração Marcelo Crivella, do total de R$ 1 milhão. Nesta quinta, porém, a Riotur publicou no Diário Oficial a autorização para apenas R$ 500 mil no total, sendo R$ 214 mil este ano e o restante em 2019.

A notícia causou surpresa aos dirigentes ouvidos pelo Setor 1. A principal reclamação é que, segundo eles, a promessa da Prefeitura era realizar o pagamento da primeira parcela de R$ 250 mil no dia 12 de novembro – o que não aconteceu. O contrato com a Riotur sequer foi assinado. Outros R$ 250 mil seriam depositados em dezembro, com mais R$ 400 mil no início de 2019 e os R$ 100 mil restantes após a prestação de contas.


Associação das Escolas de Samba Mirins recebeu homenagem na Alerj

Por Fábio Silva


A Associação das Escolas de Samba Mirins recebeu durante sessão solene ao Lançamento Oficial no Estado do Rio de Janeiro da Década Internacional de Afrodescendentes, a Moção de Louvor, Congratulações e Aplausos, na Assembleia Legislativa do Rio. 

A entidade que representa e administra os desfiles das escolas de samba mirins no Sambódromo carioca, esteve representada por seu principal dirigente, Edson Marinho, demais diretores, representantes das agremiações e sambistas mirins. Casais de mestre-sala e porta-bandeira bailaram tremulando os pavilhões das escolas que desenvolvem trabalho social, oferecendo cerca de 30 mil crianças e jovens do Rio de Janeiro e Região Metropolitana, desenvolvendo projetos nas áreas da educação, cultura e cidadania.

- Estamos honrados com essa Moção, pois nos sinaliza que apesar das inúmeras dificuldades, as autoridades e instituições públicas que estamos no caminho certo. Reconhece o trabalho desenvolvido pela Associação e escolas filiadas com milhares de crianças e jovens do Rio de Janeiro e municípios vizinhos - declarou Edson Marinho, presidente da Aesm-Rio. 

A solenidade aconteceu através da indicação do Deputado André Ceciliano.


Vai de 99? App de transporte negocia patrocínio para o Carnaval do Rio

Por Redação


A Empresa de Turismo do Município do Rio (Riotur) iniciou nesta quinta, 6, uma corrida de negociações que pode vir a ser — literalmente — uma mão na roda para as 14 escolas de samba do Grupo Especial do Carnaval carioca.

Presidente da Riotur, Marcelo Alves se reuniu para uma primeira conversa com os responsáveis pelo aplicativo de transportes 99 (antigo 99 Táxi) para tentar preencher a lacuna financeira deixada pela maior concorrente, a Uber, que na semana passada quebrou o contrato que havia firmado para patrocinar as agremiações pelo segundo ano consecutivo.

A expectativa é de que o valor pago pela possível nova apoiadora seja de R$ 7 milhões, o equivalente a R$ 500 mil para cada uma das instituições que desfilarão em março na Marquês de Sapucaí. A quantia complementaria o total de R$ 1 milhão que, segundo os dirigentes das escolas, teria sido prometido pela prefeitura do Rio, independentemente da participação de uma empresa privada na jogada.

Em nota (leia o texto na íntegra ao fim da reportagem), a Riotur explica que a expectativa para este aporte contava com a grana da agora ex-patrocinadora e que, por isso, está tentando custear o espetáculo de outra maneira. A organização também destaca que a administração municipal faz a sua parte mantendo o Sambódromo sob seus cuidados e tratando de assuntos relacionados à manutenção da estrutura do local.

Luz no fim do túnel para ensaios técnicos
A assessoria de imprensa da Riotur também revelou ao Sambarazzo que a Light, concessionária responsável por fornecer energia elétrica para a chamada “Cidade Maravilhosa”, poderá ajudar a bancar o retorno dos ensaios técnicos no período pré-carnavalesco. A ideia é que a empresa colabore com R$ 3,5 milhões, o que ainda não está definitivamente fechado.

A temporada de “treinos em campo de jogo” aconteceu pela última vez às vésperas do Carnaval de 2017 — há quase dois anos —, o que tem deixado os sambistas um tanto saudosos.

Presidente da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), Jorge Castanheira afirmou em diversas ocasiões que chegava a R$ 4 milhões o valor das despesas dos ensaios no Sambódromo. A entrada sempre foi gratuita para o público, e mudar esta condição não pareceu, até aqui, uma possibilidade para os dirigentes.

Guerra publicitária entre Apps
Rivais declaradas no mercado, a 99 e a Uber têm travado uma briga para disputar a preferência de motoristas, clientes e também do mercado publicitário.

Em junho, a frota de amarelinhos (e mais recentemente de carros executivos, com o 99POP) levou a melhor sobre a companhia americana em uma disputa judicial. A discussão era em torno de um anúncio em que a 99, que tem origem no Brasil, comparava os preços de suas corridas com os da Uber, que chegou aos smartphones do país com maior antecedência e não conseguiu fazer com que as propagandas que ameaçavam sua hegemonia parassem de ser veiculadas.

De olho no potencial carioca para inflar ainda mais as cartelas de usuários, as duas empresas passaram a investir em programações culturais e em festas populares que mobilizam milhões de moradores e turistas.

Além do Carnaval das escolas de samba e da folia dos blocos de rua em 2017, a Uber bancou este ano parte da realização da “Parada Gay” de Copacabana, na Zona Sul da cidade. Já a 99 investiu no entorno da Árvore do Rio, instalada na Lagoa Rodrigo de Freitas durante o período natalino, e está garantindo passeios de pedalinho gratuitos aos visitantes.

Leia a nota oficial da Riotur, na íntegra:
“As conversas realizadas entre a prefeitura e os representantes das escolas do grupo especial previam um aporte de R$ 1 milhão para cada agremiação. Os recursos que viabilizariam a subvenção seriam divididos entre a municipalidade (R$ 500 mil) e o patrocínio da Uber captado pela Riotur (R$ 500 mil).

Ao longo dos últimos sete meses, ocorreram reuniões com a Uber, que firmou um contrato com a Riotur que, como noticiado na semana passada, foi rescindido por ordem do setor de compliance da matriz americana em virtude da operação Furna da Onça, que acarretou a prisão de Chiquinho da Mangueira, deputado estadual e presidente de uma das agremiações do Grupo Especial.

Cabe ressaltar que a prefeitura realiza a cessão do Sambódromo, bem como de serviços de iluminação, ordenamento público e limpeza, entre outros, para a realização dos desfiles, com todos os custos cobertos pelo município.

A Riotur ainda segue dialogando com diversas empresas, tendo realizado hoje uma reunião com a empresa 99, para complementar o aporte para as escolas do grupo especial.”


Prefeitura pode reduzir verba para R$ 500 mil e escolas do Grupo Especial marcam plenária emergencial

Redação Carnavalesco


A quinta-feira amanheceu com uma surpresa para escolas de samba do Grupo Especial. A prometida subvenção de R$ 1 milhão para cada uma das 14 agremiações que seria paga em três parcelas (dezembro, fevereiro e pós carnaval 2019) pode ser reduzida em 50%.
No Diário Oficial desta quinta-feira, a Prefeitura do Rio autorizou o pagamento de R$ 500 mil para cada agremiação. E, nos bastidores, as escolas receberam a informação que não existe previsão e nem verba para o pagamento dos outros R$ 500 mil.

Segundo assim, as 14 escolas de samba do Grupo Especial convocaram uma plenária emergencial para a próxima segunda-feira, dia 10 de dezembro, para analisarem o caso.