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quarta-feira, 19 de abril de 2017

Feijoada do Guerreiro, com Clareou, agita quadra da Portela no dia 23 de abril

Por GRES Portela


O feriado de São Jorge será com muita música e alegria na quadra da Portela, em Madureira, palco da Feijoada do Guerreiro, no próximo domingo (23), a partir das 13h. A diversão ficará a cargo do grupo Clareou, principal atração do evento.

Para iniciar a programação musical em grande estilo, quem sobe ao palco é o Samba Moscada. Formado por jovens, o grupo fará um passeio por clássicos do samba e do pagode, lembrando canções de Jorge Aragão, Dona Ivone Lara, Almir Guineto, Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho e muitos outros nomes.

Outra atração da festa será o RDN - Reis da Noite. Com um repertório formado por hits do samba e do pagode, a rapaziada promete, ainda, agitar o público com músicas autorais, como "Efeito do Amor" e "Hoje Eu Vou pro Samba", ambas estouradas nas rádios.

Considerado um dos principais grupos da atualidade, o Clareou fará uma apresentação especial no Portelão, com todos os sucessos da carreira e também novas composições. "Só Penso no Lar", "Valeu pra Aprender", "Já Virou Rotina", "Degradê" e "Incerteza" são alguns dos hits obrigatórios do repertório.

Bom demais, não é? Então convoque desde já os amigos e venha curtir o feriado em homenagem ao Santo Guerreiro na quadra da campeã do Carnaval 2017. A entrada custa R$ 15. O prato da feijoada sairá por R$ 25. A quadra da Portela fica na Rua Clara Nunes 81, em Madureira. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3256-9411.

Serviço:
Feijoada do Guerreiro
Atrações: Grupos Clareou e RDN. Abertura: Samba Moscada
Data: Domingo, dia 23 de abril
Horário: A partir das 13h
Loca: Quadra da Portela
Endereço: Rua Clara Nunes 81, Madureira
Ingresso: R$ 15
Camarote inferior (para 15 pessoas): R$ 500
Camarote superior (para 15 pessoas): R$ 600
Prato da feijoada: R$ 25
Classificação etária: 18 anos
Informações: (21) 3256-9411

Bilheteria da Portela: de seg a sex, de 9h às 17h


terça-feira, 18 de abril de 2017

Porque amar é fundamental


Vítimas de acidente no Carnaval processam a Unidos da Tijuca e a Liesa

Por Redação SRzd

Vítimas de acidente com o carro alegórico da escola de samba Unidos da Tijuca, cujo teto desabou no desfile no Carnaval carioca deste ano, entraram com três ações judiciais por danos morais e materiais contra a agremiação. Ao todo, 12 pessoas ficaram feridas, com o afundamento de parte de uma alegoria.

O juiz Rafael Cavalcanti Cruz, da 52ª Vara Cível do Rio, concedeu liminar em um dos casos que obriga a escola de samba a custear 20 sessões de fisioterapia para a bailarina Joana Araújo Martins, conforme prescrição médica, sob pena de multa diária de R$ 300 em caso de descumprimento. As outras duas ações foram distribuídas para a 9ª e 19ª varas cíveis do Rio.

“A verossimilhança consiste no fato de a autora ter desabado do carro alegórico da ré, sendo o fato notório, em que várias pessoas se machucaram e, no caso, a autora teve lesões no joelho e outras escoriações”, escreveu o magistrado na decisão. Ele acrescentou que a demora no atendimento pode ser de difícil reparação, sobretudo no caso da vítima, que é bailarina e depende do seu restabelecimento integral para voltar a trabalhar.

A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, Liesa, é ré em dois dos processos. A investigação da polícia concluiu que o desabamento foi causado por falha humana, já que apenas duas das quatro traves do elevador hidráulico que sustentava o terceiro andar do veículo foram acionadas.

A Liesa e a Unidos da Tijuca declararam que ainda não receberam as notificações da Justiça. A Unidos da Tijuca informou que prestou suporte a todos que se machucaram no acidente. As informações são da Agência Brasil.



segunda-feira, 17 de abril de 2017

Comunicado oficial do Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela

Por GRES Portela



O Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela, por sua diretoria, vem a público reafirmar seu inconformismo com a decisão da PLENÁRIA datada de 5 de abril último, uma vez que ali foi operada a substituição do rito administrativo estabelecido no regulamento para o carnaval de 2017, e também no Estatuto da LIESA, pela adoção de um critério decisório casuístico que transferira para a PLENÁRIA a função julgadora legitimamente atribuída com exclusividade ao corpo de jurados.

Considera que a referida PLENÁRIA foi inesperadamente investida de tais poderes, sem que tivesse sido previamente convocada para tal função, e, sobretudo, sem que nenhum dos representantes tivesse sequer previamente recebido informações mínimas necessárias ao exame detido do "parecer" que servira de base para que a LIESA, momentos antes, por seu presidente, indeferisse o recurso em pauta. Os membros da PLENÁRIA, uma vez revestidos de um poder decisório de que não dispunham juridicamente, emitiram uma sentença sumária, sem análise, sem estudo, sem aprofundamento de ato tão importante.

A Portela protesta contra a decisão final da LIESA valendo-se, exclusiva e surrealisticamente, do irretocável e indubitável PARECER exarado pela própria Diretoria Jurídica da Liga, e pelo renomado, consagrado e insuspeito jurista Sylvio Capanema, consultor da própria Liga, PARECER este ignorado pela PLENÁRIA que se auto-investiu de poder decisório, não previsto, para encontrar outro resultado diverso daquele saído dos envelopes, trazendo, segundo o próprio PARECER da entidade, insegurança jurídica para os próximos carnavais.

A escola, ao usar o próprio parecer da diretoria da Liga, não acrescenta nem retira um só dos aspectos formais, legais e regulamentares contidos naquela peça que, ao negar - como de fato negou! - provimento ao recurso, buscou salvaguardar a credibilidade dos desfiles, razão pela qual ratifica todas as advertências quanto ao futuro da festa.

Assim sendo, e por entender que o PARECER citado – aprovado, repita-se, pela Diretoria da Liga - será mais uma vez ignorado em recursos posteriores, a PORTELA considera que qualquer medida que venha a tomar em nada acrescentará para a reversão da decisão a ser recorrida, muito menos acrescentará a seu título conquistado pela forma regulamentar.

Da mesma forma, por não desejar que os atuais precedentes prevaleçam, ensejando enxurradas de medidas judiciais, e por considerar que a adoção de tais medidas atingirá ainda mais a credibilidade dos resultados, a Portela, ouvidos seus baluartes e segmentos, decide não buscar a solução da questão fora dos limites da entidade a que pertence, e da qual é uma das fundadoras, e por ser consciente de sua responsabilidade histórica no processo de desenvolvimento dos desfiles das escolas de samba, opta por não contribuir para que a mácula que recai sobre o desfile de 2017 torne-se ainda maior.

A Portela lamenta que seja necessário todo esse "imbróglio" envolvendo a alteração do resultado indicado pelos envelopes dos julgadores, para motivar a discussão sobre uma possível revisão nos critérios de julgamento e no investimento para a qualificação do corpo de jurados, questões que, a partir de agora, em face dos precedentes criados, precisam estar na pauta para o regulamento dos próximos carnavais.

A Portela entende que, acima de tudo, as regras e normas que regem o carnaval precisam ser pautadas pela impessoalidade, uma exigência que, por sinal, está muito além das necessidades do carnaval, sendo uma exigência da sociedade brasileira para todas as instituições que dela fazem parte.

Neste sentido, a Portela propõe que as RESPONSABILIDADES previstas nos futuros regulamentos, diante de novos prejuízos ou transtornos que por ventura venham a acontecer, sejam, de fato, assumidas pelas agremiações, sejam elas quais forem, cumprindo as normas previamente acordadas e, se for o caso, propondo alterações apenas para as regras que vão reger os anos seguintes.

A Portela tem total legitimidade para conjuntamente protagonizar a luta por transparência no carnaval, retomando o papel histórico que seus antepassados assumiram para transformar o desfile das escolas de samba no grande espetáculo que é hoje. 

Tem a certeza de que sua comunidade e sua torcida estarão ao seu lado, pois compartilham os mesmos ideais que fizeram da escola uma instituição forte e vencedora. Campeões que são pelo regulamento, pelas regras, sem qualquer suposição sobre notas e alheios à discussão sobre responsabilidades. 

A história será nosso recurso. A história se encarregará de explicar o carnaval de 2017.

Salve todos os componentes, a torcida e a comunidade de Oswaldo Cruz e Madureira, baluartes desta conquista que nada será capaz de apagar!

Salve a Portela! Salve a Mocidade! Salve todas as escolas de samba que cumprem seu papel de protagonistas da cultura popular brasileira!


Luis Carlos Magalhães
(Presidente da Portela)

Fábio Pavão 
(Presidente do Conselho Deliberativo da Portela)

Leovegildo de Oliveira Pinto
(Diretor jurídico da Portela)

quinta-feira, 13 de abril de 2017

As gerações da Portela - 94 anos

Por GRES Portela

Nada como um aniversário para refletir não só sobre o presente, mas sobre o passado e o futuro.
Nós, os de hoje, cumprimos nosso papel para com os de ontem.

Quase colocamos mais uma estrela em 2014, quase outra em 2015. Isso sem contar 2016 que foi aquela maravilha. E agora a glória de 2017.

Nada disso é por acaso, só nós sabemos que não caiu do céu, não caiu mesmo. Sabemos que foram degraus subidos a cada ano sob a liderança de Marcos Falcon, da chapa Portela Verdade.

Do caos para a luz.

Nós, os de hoje, cumprimos nossa missão com os de ontem.

Eles, os de ontem, que encheram nosso pavilhão de estrelas; eles Paulo, Caetano, Rufino, Alvaiade, Lino, Natal e tantos outros.

Eles Candeia, Manaceia, Chico Santana, Walter Rosa, Waldir 59, Alcides, Alvarenga, Casquinha, Argemiro, Monarco e tantos outros que até hoje marcam presença em todas as rodas de samba do Brasil.

Sim, em cada roda de samba, cada sambista, portelense ou não, todos, presenteiam as noites com a sonoridade incomparável dos sambas saídos das ruas simples de Oswaldo Cruz por tanto tempo. Sambas de enredo e, principalmente, sambas de terreiro.

Eles dos tempos heroicos, da estreia oficial de 35, da “invenção” dos desfiles temáticos de 39, dos carnavais de guerra dos anos 40, das batalhas nas ruas de Madureira com o Império Serrano na virada dos 40/50. Do Império da Serrinha ao Império de Natal até o começo dos 70.

De lá pra até outro dia a Águia voando ora baixo, ora a meia altura, nunca voando como voou no passado e como tem voado hoje: altaneira novamente.
Cumprimos nosso papel com eles, mas e aí… acabou nossa missão?

Pois a grandeza desta vitória apenas marca o início de novos tempos. Um compromisso infinitamente maior que o outro, com o passado: UM COMPROMISSO COM O FUTURO!

E que compromisso é este, com o futuro?

O compromisso com o futuro é estruturalmente o compromisso com o passado, respeitando nossa bandeira, nossos fundadores, nossos baluartes e nossa história. O livro de nossas histórias… aquele do Monarco. Compromisso com o futuro é contar nossa história para as crianças, adolescentes e os que nascem agora. É contar também a história do samba… e de todas as coirmãs para que a história seja mais forte, robusta e orgulhe a todos nós, portelenses ou não.

O compromisso com o futuro é marchar ao lado dos meninos do nosso Cultural para fazer valer tudo que construímos com nossas coirmãs, mas deixando bem claro a nossa parte nessa história tão bonita, nascida de filhos e netos de escravos e que hoje é a maior festa do Brasil, orgulho de todos, inclusive daqueles que de alguma forma ainda querem a escravidão, rejeitam valores republicanos e rejeitam o samba o resto do ano.

Valorizar o samba, a síncopa, a cadência real, orgulhar-se de sua formidável ala de passistas, suas baianas, a Velha Guarda, nossa estrela maior, seus compositores. Impedir aventureiros e profissionais que circulam ameaçadoramente por nossa ala na tentativa de impor seus escritórios. Que penetrem as demais escolas se assim elas permitirem, tolerá-las ou desejá-las, mas que nos deixem em paz fazendo sambas da forma que sempre fazemos, vitoriosamente, encantando o Brasil inteiro com nosso jeito de ser e de fazer samba.

Compromisso com o futuro é seguir agora em paz, sem o peso do jejum maldito que pesou tanto tempo feito cruz sobre cada um de nós.

Seguir buscando títulos, mas conscientes de que a Portela é infinitamente mais do que vencer carnavais. Muito mais do que só pensar em vencer carnavais.

Ter a consciência de que vencer carnavais não é um fim em si, é apenas parte de nossa história repleta de títulos que são a resultante de nosso esforço de fevereiro junto de nossas atividades de ano inteiro.

Saber que nossa escola não é só fevereiro, embora seja sempre fevereiro em nossas vidas.


segunda-feira, 10 de abril de 2017

Viva 11 de abril

Parabéns Majestade do Samba!!


Porque amar é fundamental.

Aniversário de 94 anos da Portela terá missa, bolo, roda de samba e show dos segmentos

Por GRES Portela

Os 94 anos de fundação da maior campeã do Carnaval do Rio serão festejados com uma grande festa, com direito a bolo, no Portelão, na próxima terça-feira (11), a partir das 19h, com entrada franca. A programação começará com uma missa em ação de graças celebrada pelo padre João Paulo, da Paróquia de Sant'Anna, em Campo Grande.

Em seguida, uma roda de samba comandada pela tradicional Ala de Compositores Ary do Cavaco, como é conhecida a turma de poetas da Portela, vai agitar o público. Na ocasião, a diretoria fará, ainda, a entrega da medalha Paulo da Portela a uma personalidade portelense.

O encerramento será com apresentação de passistas, baianas, bateria Tabajara do Samba, intérpretes, Velha Guarda, departamento feminino, compositores, destaques, casal de mestre-sala e porta-bandeira, além de integrantes das torcidas organizadas da Portela.

Quem for ao evento, que é organizado pelo departamento social, terá também a chance de tirar foto com a taça que a agremiação ganhou da Liesa pela conquista do Carnaval 2017. Detentora de 22 campeonatos, a Portela convida todos os seus componentes e torcedores para celebrar novamente o título durante a festa de aniversário. Não fique de fora!

A quadra da Portela fica na Rua Clara Nunes 81, em Madureira.


Universidade Católica de Brasília convida Portela para participar de agenda de atividades extra-curriculares

Por GRES Portela

A Portela, por meio de seu Consulado no Distrito Federal, foi convidada pela Universidade Católica de Brasília para uma agenda de atividades extra-curriculares em 2017. O objetivo da parceria será oferecer aos alunos oportunidade de debater a formação da identidade cultural brasileira a partir do Carnaval. A ideia é, a partir da escola de samba, colocar os estudantes em contato com temas usualmente fora dos currículos formais, como a diáspora africana, religiosidade, manifestações culturais urbanas e economia carnavalesca.

Dois eventos devem acontecer este ano. No primeiro, em 26 de abril, a UCB vai promover a exibição do documentário 82 Minutos, dirigido por Nelson Hoineff, que retrata a preparação da Portela para o Carnaval de 2015. Em seguida, vão participar de um debate sobre o papel do carnaval na formação da identidade cultural brasileira o presidente executivo da escola, Luis Carlos Magalhães, o diretor cultural, Rogério Rodrigues, e o diretor do Consulado do DF, Moacyr Oliveira Filho.

O público alvo são alunos no primeiro semestre de graduação e que cursam disciplinas do "Núcleo de Formação Geral" da UCB, tais como antropologia da religião, ética, empreendedorismo social, comunicação social e licenciaturas em pedagogia e arquitetura.

Em 25 de setembro, acontece a Semana da Escola de Gestão e Negócios, evento voltado a alunos de administração, gestão financeira, comunicação social, economia, gastronomia, relações internacionais, gestão pública e ciências contábeis. Representantes da Portela farão parte da conferência de abertura para apresentar as experiências de gestão bem sucedidas das áreas Fiscal, Financeira, , de Carnaval, de Marketing, Cultural e de captação de recursos, desde que o grupo Portela Verdade assumiu a escola em 2013.

A Portela deve realizar também na biblioteca da Universidade uma exposição, programada para o mês de setembro ou outubro.

Todos os eventos serão gratuitos e abertos para toda a comunidade acadêmica e público em geral, com transmissão via web pela TV Católica.

"Esta parceria com a UCB reforça uma nova vertente de atuação do Departamento Cultural da Portela, de fazer contato com a academia e a educação formal para difundir a cultura da escola e do samba", ressalta Rogério Rodrigues. No fim de março, a Águia firmou acordo com o Centro Integrado de Estudos de Turismo e Hotelaria para organizar e dar apoio técnico a um curso de formação de profissionais técnicos de Carnaval. 


sexta-feira, 7 de abril de 2017

Para que a família portelense possa tirar as conclusões cabíveis



O Grupo Portelamor apresenta abaixo um resumo do parecer jurídico apresentado LIESA pelo Consultor Jurídico Sylvio Capanema de Souza – OAB RJ nº 10.502 e pelo Diretor Jurídico Nelson de Almeida – OAB RJ nº 21.725, que trata do recurso do Grêmio Recreativo Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel. Não houve interpretação do parecer e os trechos foram apenas retirados do mesmo. Para ver o documento na íntegra: www.portelamor.com. Ir ao link “Notícias”.

[1] “[...] o conhecimento e admissibilidade de um recurso pressupõe que ele esteja previsto em lei ou regulamento. É o que se denomina ‘princípio da tipicidade’”.
[2] “No Regulamento dos desfiles [...] aprovado pelas Escolas de Samba protagonistas há somente um título, que é o “VI”, que trata das impugnações e dos recursos”.
[3] “[...] ainda que coubesse a impugnação (e não cabe), já teria se verificado a decadência. Eventual impugnação já seria, agora, intempestiva”.
[4] “Quanto ao artigo 39, que trata dos recursos, [...] não se refere à justificativas dos jurados quanto às notas que atribuíram às Escolas participantes do evento”.
[5] Os incisos I a IV do artigo 7º dizem respeito às penalidades aplicadas pelas Comissões [...]. Isto nada tem a ver com as notas atribuídas pelos Jurados [...]”. Reitere-se, portanto, que não há no Regulamento dos Desfiles ou no Estatuto da LIESA a previsão de recurso contra notas ou justificativas dos Jurados”.
[6] Conclui-se, pois, que as notas e justificativas são irrecorríveis (Negritos nossos).
[7] Como se não bastasse, ainda que coubesse o recurso, o que se admite apenas por amor ao debate, não poderia ser conhecido, diante da presença de graves vícios formais, tais como: a) Não foi acostado ao recurso o Estatuto Social do Recorrente [...]; b) Não acompanha o recurso ata que elegeu a Diretoria, a fim de sabermos quem são seus diretores, com competência para recorrer; c) O recurso foi assinado “por procuração” [...] impedindo de se saber se a pessoa que o assinou tinha poderes para tal; d) Não se provou que o Vice-presidente, cujo nome consta do recurso, estava no exercício do cargo de Presidente [...]” (Negritos nossos).
[8] Dessa forma, não reúne o recurso os pressupostos necessários à constituição e ao desenvolvimento válido e regular da relação processual administrativa [...]. De todo o exposto, fica claro que o recurso não pode ser admitido, seja pela ausência das formalidades legais, seja por falta de previsão regulamentar, sendo importante ressaltar que aos recursos se aplica o princípio da tipicidade. (Negritos nossos).

Depois desse parecer, solicitado pela própria LIESA, o que se fez? Convocou-se a patota e decidiu-se pela divisão do título.

É esse o Brasil que está sendo passado a limpo?

FORA LIESA!!!!!

www.portelamor.com

quarta-feira, 29 de março de 2017

Portela volta à Lapa no dia 13 de abril para reverenciar mestres como Candeia e a "Turma do Muro"

Por GRES Portela

Evento terá apresentação do grupo Praça XI exaltando compositores da Águia e noite de autógrafos de João Batista Vargens, autor de obras sobre a história do samba.
No próximo dia 13 de abril, o Departamento Cultural da Portela traz para a noite mais conhecida e movimentada da cidade sua história cantada comaquele jeitinho do subúrbio carioca. A Águia faz a primeira edição aberta ao público do projeto Portela vai à Lapa no Espaço Multifoco, na Lapa. Uma grande oportunidade para conhecer um pouco mais da história da atual campeã do carnaval.

O evento de lançamento foi apenas para convidados em fevereiro e contou com a presença do presidente de honra Monarco e do presidente executivo da escola, Luis Carlos Magalhães, que devem mais uma vez fazer as honras da casa. "A Portela não é uma escola de samba que só vive para o desfile no carnaval; também produz cultura", afirma Magalhães.O projeto busca resgatar a relação entre o samba de Oswaldo Cruz e Madureira e o tradicional reduto da malandragem carioca. "A idéia é cantar e contar a trajetória da escola", resume o diretor cultural, Rogério Rodrigues.

Nesta edição o tema é "Carnavais de Guerra e a Chegada da Turma do Muro à Portela". A década de 40 foi marcada pela Segunda Guerra Mundial e, no samba, pelo heptacampeonato da Águia entre 1941 e 1947, feito jamais igualado. A "Turma do Muro" era formada por um grupo de sambistas que se reuniam nos arredores da rua Dona Clara, do lado oposto à Portela e tinha gente como Candeia, Casquinha, Waldir 59, Picolino, Bubu, Waderlei. Candeia, um dos grandes nomes ganhou seu primeiro samba-enredo na escola em 1953. O desfilede "As Seis Datas Magnas foi apoteótico, merecendo todas as notas máximas dos jurados.


Para contar um pouco da história da Turma do Muro e a importância da sua chegada para a história da escola foi convidado o professor João Batista Vargens, autor de livros- referência sobre a história da Portela. Entre eles "Candeia, Luz da Inspiração", "A Velha Guarda da Portela", com Carlos Monte, "Casquinha, Andanças e Festanças" e "Monarco, a Dignidade do Samba". Além de relembrar algumas histórias, ele fará um noite de autógrafos de suas obras a partir de 19h.

A parte musical do evento fica por conta do grupo Praça XI, com um repertório que remete ao tema do encontro e exalta os compositores citados. Vários deles são praticamente desconhecidos do grande público, ainda assim fundamentais para a consolidação do gênero samba como a principal identidade da cultura brasileira.
O Espaço Multifoco é um casarão com dois andares. A música fica no piso superior e no térreo haverá a noite de autógrafos bem como estarão à venda produtos oficiais da Portela e do Departamento Cultural.

A casa abre às 19h e o ingresso custa R$ 20,00 (primeiro lote); R$ 30,00 (segundo lote); R$ 40,00 (terceiro lote).

Primeiro lote já está a venda: 

https://appeticket.com.br/portela-na-lapa

As demais edições do Portela na Lapa vão ocorrer em 8/6, 10/8, 12/10 e 14/12.

Serviço:
Portela na Lapa, episódio 2
Espaço Multifoco, av. Mem de Sá, 126 - Lapa
Dia 13/4, quinta-feira
19h – Exposição e Sessão de autógrafos com João Baptista Vargens
20h – Grupo Praça Onze
Apresentação: com participação de Luis Carlos Magalhães e Monarco 


sábado, 25 de março de 2017

Tia Surica receberá homenagem no Clube Hebraica Rio

Por GRES Portela


Baluarte da Portela e pastora da Velha Guarda Show, Tia Surica receberá uma homenagem neste domingo (26), às 18h, no Clube Hebraica Rio, em premiação que vai comemorar o Dia Internacional da Mulher. Além da sambista, outras nove mulheres que se destacaram em 2016 em suas profissões serão contempladas.

Criado há 14 anos, este prêmio já foi entregue a nomes como a crítica literária e escritora Heloisa Buarque de Holanda, a atriz Nathalia Timberg e a ex-ministra e ex-presidente do STF Ellen Gracie. Para Luiz Mairovitch, presidente da Hebraica, uma sociedade mais justa para todos somente poderá ser alcançada com as mulheres tendo lugar de destaque, com seus direitos reconhecidos como qualquer cidadão. “Os nomes que escolhemos em 2017 seguiram a mesma premissa dos anos anteriores: mulheres que não mediram esforços para exercer suas profissões e atividades, e que se destacaram pela coragem e extremo profissionalismo”, explica Luiz.

Este ano, entre os nomes premiados, estão a judoca campeã olímpica Rafaela Silva; a primeira dama da cidade do Rio de Janeiro Sylvia Jane Crivella; e a presidente da ONG Saúde Criança Vera Cordeiro. Além delas, serão homenageadas Eliane Holender, vice-presidente da Wiso Rio; Rosete Rubin, ativista da Hebraica e fundadora do Festival de Dança da Hebraica; Fortune Grynberg, diretora da A. Liessen Leblon; a jornalista Leila Sterenberg; Ruth Niskier, profissional de Comunicação Visual; e a atriz Rosane Goffman.

O evento terá entrada franca e, após a premiação, será servido um Kidush. O Clube Hebraica Rio fica na Rua das Laranjeiras 346, em Laranjeiras. Mais informações: 2557-4455.