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sábado, 12 de outubro de 2013

PORTELA 2014 (Final - classificados)

Compositores da Portela

A PORTELA realizou ontem a sua Semifinal do Concurso de Samba-Enredo 2014!

Veja as 3 obras que estarão na Grande Final, que será dia 18/10:

- Celso Lopes, Charlles André e Vinícius Ferreira;
- Toninho Nascimento, Luiz Carlos Máximo, Waguinho, Edson Alves e J. Amaral;
- Noca da Portela, Darcy Maravilha, Alexandre Fernandes, Professora Sônia Pedro e Eli Penteado.

Verifica-se que, para a Grande Final da Majestade do Samba, houve uma mescla entre Compositores da Velha Guarda Portelense e também da Jovem Guarda! É a PORTELA sempre gerando frutos em prol do SAMBA! 


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Portela define finalistas nesta sexta

By Juninho Tititi

A Portela promove na noite desta sexta-feira, 11, a semifinal do concurso que vai escolher o hino da escola para o próximo Carnaval. Quatro obras vão disputar as três vagas para a grande final, que será no próximo dia 18. A ordem de apresentação das parcerias na semifinal é:

1 – Celso Lopes, Charlles André e Vinícius Ferreira;

2 – Davi Corrêa, Canário, Matos e Ricardo;

3- Toninho Nascimento, Luiz Carlos Máximo, Waguinho, Edson Alves e J. Amaral;

4 – Noca da Portela, Darcy Maravilha, Alexandre Fernandes, Professora Sônia Pedro e Eli Penteado.

O enredo da Portela para 2014 é: “Um rio de mar a mar: do Valongo à Glória de São Sebastião”, de Rogério Rodrigues. O desfile está sendo preparado pelo carnavalesco Alexandre Louzada.

A quadra será aberta às 20h, com cerveja e petiscos à venda e show do Grupo Sedusom, formado por integrantes da bateria da Portela.

A entrada custa R$ 10 e mulheres entram de graça. A quadra da Portela fica na rua Clara Nunes, 81, Madureira. Informações pelo telefone (21) 2489-6440.


Lierj apresenta novidades no regulamento do Carnaval 2014

Por Fábio Silva

Após a aprovação das agremiações filiadas, a Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (LIERJ) apresenta o regulamento oficial do Carnaval 2014 da Série A.

Assim como no último ano, as escolas terão que levar entre dois e quatro carros alegóricos no desfile, podendo um deles ser acoplado. Desta vez, entretanto, não será permitido o uso de tripés, nem mesmo na comissão de frente.

Outra novidade está na questão dos sambas-enredo. A agremiação que realizar uma reedição no Carnaval 2014 terá que apresentar obras inéditas em 2015 e 2016, ficando livre para voltar a reeditar apenas em 2017.

Os desfiles começarão às 21h, tanto na sexta-feira, dia 28 de fevereiro, quanto no sábado de Carnaval, dia 1º de março. Cada escola terá entre 45 e 55 minutos para cruzar a Passarela do Samba.

Já com relação ao julgamento, a ação será novamente de responsabilidade da Riotur, que selecionará 40 pessoas, que serão divididas em dez quesitos. Todos concederão notas de 9 a 10, podendo fracioná-las em décimos. A menor nota de cada quesito será descartada.

O texto completo do regulamento já foi divulgado para os integrantes das 17 escolas de samba da Série A.


quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Portela: Presidente expulsa Nilo Figueiredo e mais 17 do quadro social

O Dia

Ex-dirigente é acusado de deixar dívidas de mais de R$ 10 milhões

Rio - Serginho Procópio, presidente da Portela, assinou a expulsão, do quadro social da azul e branco, do ex-presidente Nilo Figueiredo, do ex-vice, Nilinho - filho do ex-dirigente -, da ex-primeira-dama Valdirene Carvalho e de outros 16 sócios que integravam os conselhos deliberativo e fiscal da administração derrotada na eleição de maio deste ano.

A exclusão foi baseada no artigo do estatuto que prevê com punição, por ato ou omissão, sócios que tenham contribuído para dar prejuízos à escola. Os excluídos podem apresentar defesa ao Conselho Deliberativo até o próximo dia 22.
Nilo, que assumiu o comando da agremiação em 2004, deixou a Portela com dívidas de mais de R$ 10 milhões, entre Cedae, Light, IPTU, INSS, FGTS, além de atraso de salários de funcionários e débitos com fornecedores. A escola já negociou o parcelamento dos débitos com a maior parte dos credores. Nilo ficou nove anos à frente da Portela, que não vence o Carnaval sozinha desde 1980.

Fonte: O Dia


Samba de quadra, minha raiz!

Noca da Portela


Os sambas de quadra surgiram dentro das quadras de grandes escolas de samba na década de 1930 aqui mesmo no Rio de Janeiro.

Antes dos desfiles o aquecimento era feito com um samba de quadra, que normalmente falava sobre a escola ou a comunidade em que a escola era localizada.

Nas quadras os sambas animavam os ensaios, onde os componentes se emocionavam com as lindas melodias e poesias criadas pela ala de compositores.

Samba de quadra era uma espécie de vestibular onde a faculdade era o samba enredo.

Para participar do concurso de samba enredo o compositor tinha que fazer um samba de quadra antes para provar que realmente sabia compor (pelo menos comigo foi assim).

Quando fui convidado pela Governadora Rosinha Garotinho para assumir a secretária de Cultura do Estado do Rio de Janeiro tive a honra e o prazer de resgatar essa tradição com o apoio da LIESA em 2006.

Na escola de samba Paraíso do Tuiuti por 8 anos consecutivos meu samba foi considerado o melhor samba de quadra, lá tive diversos parceiros como: Poliba, meu compadre Natal, Zé Vilela, Didico entre outros.

Quando cheguei à Portela encontrei grandes professores como Monarco, Manacéa, Chico Santana, Casquinha, Colombo, Picolino... Um Butantã. Hoje em dia infelizmente perdemos essa tradição dentro das escolas de samba, o compositor não precisa provar que tem talento, para concorrer basta ter dinheiro ou um bom "escritório".

Eu me preocupo com essa situação, pois estamos perdendo a oportunidade de criarmos uma nova geração de compositores como:

Portela: Monarco, Paulinho da Viola, Valdir 59, Candeia, Manacéa, Chico Santana, Casquinha, Argemiro, Paulo da Portela...

Mangueira: Nelson Sargento, Nelson Cavaquinho, Cartola, Darcy da Mangueira, Geraldo Pereira, Carlos Cachaça, Batista da Mangueira...

Império Serrano: Silas de Oliveira, Mano Décio da Viola, Dona Ivone Lara, Beto sem Braço, Aluízio Machado...

Vila Isabel: Martinho da Vila, Paulo Brasão...

Unidos de Lucas: Elton Medeiros...

Salgueiro: Bala, Geraldo Babão, Anescarzinho, Zuzuca,Djalma Sabiá, Duduca...

Imperatriz: Zé Catimba, Dominguinhos do Estácio, Lessa, Niltinho tristeza...

Mocidade: Toco, Tiãozinho, Paulinho Mocidade...

E na Baixada: Neguinho da Beija Flor, Cabana, Sergio Fonseca, Joel Menezes, Catone,Romildo...

Entre tantos outros que minha memória de 81 aninhos não se recordar neste momento.

E você leitor, também acha importante resgatar essa tradição dentro das escolas de samba?

Vamos aproveitar que vem aí o 6º Concurso de Samba de Quadra, que agora é realizado pelo SESI-RJ

Um forte abraço, e semana que vem vou falar um pouco sobre blocos carnavalescos!



Portela exibe documentário "O Mistério do Samba" nesta quinta-feira com entrada franca

Por Fábio Silva




O Departamento Cultural da Portela exibe nesta quinta-feira, 10, às 20h, na quadra da escola, "O Mistério do Samba", filme que tem 88 minutos de duração. A exibição dá continuidade ao Cine Samba da azul e branco, projeto lançado no mês passado.
O documentário, lançado em 2008, tem direção de Lula Buarque de Hollanda e Carolina Jabor e foi produzido pela cantora Marisa Monte. A obra mostra o cotidiano e as histórias da Velha Guarda da Portela, após pesquisa feita por Marisa para recuperar composições dos anos 40 e 50, não gravadas. A poesia e a musicalidade do grupo são reveladas em flagrantes colhidos no bairro de Oswaldo Cruz.
O documentário conta com as participações especiais de Paulinho da Viola e Zeca Pagodinho.

A entrada é franca. Ao final da exibição, haverá debate. A quadra da Portela fica na rua Clara Nunes, em Madureira.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Em show na Portela, Martinho emociona ao cantar sambas históricos da Águia

Por Raphael Azevedo

Cantor recorda clássicos do Carnaval, faz dueto com Waldir 59 e é reverenciado por Monarco

Rio - A Portela foi palco de uma apresentação histórica neste sábado. Martinho da Vila foi o grande convidado da tradicional feijoada e cantou pela primeira vez na quadra da agremiação, em Madureira. Bastante à vontade, o veterano foi acompanhado pelos integrantes da Velha Guarda Show e surpreendeu ao priorizar sambas históricos da anfitriã e da Vila no repertório. Sucessos como "Ex-amor" também foram lembrados, mas em menor número.
Passava das 19h quando Martinho subiu ao palco e cantou "Quem é do mar não enjoa". Pouco depois, Monarco saudou o bamba e lembrou a relação afetiva entre Portela e Vila Isabel. "A primeira vez que meu nome foi falado no microfone de uma escola foi na Portela, ainda na Portelinha, a pedido do Valter Rosa (compositor já falecido). Essa escola é fantástica e é madrinha da Vila Isabel. Hoje estou matando a saudade", disse Martinho.

Martinho, entre as pastoras Neide e Surica, levou o público ao delírio em show na Portela
Foto: Ricardo Almeida / Divulgação

Líder da Velha Guarda, Monarco retribuiu o carinho, exaltou o pai de Mart'nália e ainda o entregou uma medalha. "É um orgulho receber ele em nossa quadra. Conheci esse menino ainda novo, quando era o Martinho da Boca do Mato e desde então somos amigos. Depois ele gravou meu primeiro samba de sucesso ("Tudo menos amor"), que até hoje só me dá alegria. Martinho é uma pessoa muito especial", elogiou.
Hits como "Mulheres" e "Renascer das Cinzas" ficaram de fora. Martinho estava mesmo é com vontade de voltar no tempo e recordar momentos gloriosos da escola de Natal. Primeiro mandou "Legados de Dom João VI", samba-enredo de 1957 composto por Candeia, Waldir 59 e Picolino e gravado em 1980 pelo próprio Martinho.
Martinho foi reverenciado por Monarco e ganhou uma medalha
Foto: Raphael Azevedo / Agência O Dia

Aos 85 anos, Waldir 59, que estava radiante ouvindo sua obra, foi convidado para um dueto e emocionou o público. Em seguida, veio "Memórias de um Sargento de Milícias" (1966), único samba-enredo feito por Paulinho da Viola e que deu o campeonato à Portela.
Tia Surica, que interpretou o clássico no desfile, se juntou a Martinho no dueto. "Memórias" foi registrado em LP em 1971. Antes de encerrar, o cantor convidou o presidente Serginho Procópio e os dois fizeram coro com a multidão em "Ilu-Ayê" (1972), de Cabana e Norival Reis. A Vila foi lembrada com "Yayá do Cais Dourado (1969) e "Glórias Gaúchas (1970)". A bateria da Portela fechou a noite em grande estilo.